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INTERNACIONAL

Israel finaliza reunião sobre contra-ataque ao irã

Israel concluiu uma reunião estratégica sobre possíveis contra-ataques ao Irã, sinalizando uma escalada nas tensões entre os dois países. A reunião ocorre em meio a uma crescente hostilidade, com Israel expressando preocupações sobre as atividades iranianas na região e o apoio do Irã a grupos considerados adversários por Israel. Durante a reunião, autoridades israelenses discutiram uma variedade de opções de resposta a potenciais provocadores iranianos, incluindo ataques a alvos estratégicos dentro do território iraniano. Essa deliberação reflete a seriedade com que Israel encara as ameaças percebidas vindas do Irã e sua determinação em proteger seus interesses de segurança nacional. A possibilidade de um contra-ataque israelense levanta preocupações sobre uma escalada ainda maior das tensões na região do Oriente Médio. Ambos os países têm histórico de confrontos indiretos e trocas de acusações, e um aumento na atividade militar só aumenta o risco de um conflito aberto. A comunidade internacional observa de perto esses desenvolvimentos, temendo as consequências de uma escalada nas hostilidades entre Israel e Irã. Instâncias como o Conselho de Segurança da ONU têm sido instadas a intervir e trabalhar para reduzir as tensões e evitar um conflito de larga escala. No entanto, a questão permanece em aberto, com Israel mantendo sua posição de que está preparado para defender seus interesses contra qualquer ameaça percebida, enquanto o Irã continua a denunciar as ações israelenses como agressivas e provocativas. O resultado dessas tensões depende da capacidade das partes envolvidas de exercerem contenção e buscar soluções diplomáticas para resolver suas diferenças. Fonte: Redação ANH/DF

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Madonna expressa frustração com fãs brasileiros em Miami, pedindo que parassem de falar português

Pouco antes de realizar um espetáculo gratuito em Copacabana, Rio de Janeiro, Madonna desapontou seus fãs brasileiros ao fazer um comentário durante um show em Miami, na última terça-feira (9). Durante a apresentação, um fã brasileiro a chamou de “gostosa”, ao que a cantora respondeu: “Eu ainda não estou no Brasil, então parem de falar português”. O vídeo do incidente rapidamente se espalhou pelas redes sociais, gerando diversas reações. Alguns usuários criticaram a atitude de Madonna, considerando-a desnecessária, enquanto outros ironizaram a situação, lembrando que o show no Brasil seria gratuito. Outros comentaram sobre a hipocrisia da cantora em não querer entender os latinos, apesar de ser americana. Houve também quem a chamasse de indelicada e expressasse descontentamento, ameaçando não comparecer ao evento no Rio de Janeiro. Quanto ao show no Brasil, Madonna confirmou que ainda não chegou, mas a data está próxima. Agendado para o dia 4 de maio, na Praia de Copacabana, este será seu primeiro concerto no país em 12 anos, como parte da “The Celebration Tour”, uma turnê especial em comemoração aos seus 40 anos de carreira. Foto: Shutterstock Fonte: Redação ANH

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Brasileiras denunciam racismo durante palestra do Brazil Conference, em Harvard

Naira Santa Rita e Marta Mello, duas brasileiras negras, expuseram um incidente de racismo que sofreram durante o Brazil Conference, um evento realizado em Harvard, nos Estados Unidos, organizado por estudantes brasileiros da universidade e do MIT. Durante uma mesa-redonda com a presença de Thiago Leifert, três mulheres brasileiras sentadas atrás delas fizeram um comentário racista sobre seus cabelos, perguntando se elas tinham piolhos entre suas tranças e dreads. O comentário foi feito em inglês, presumindo que Naira e Marta não entenderiam, porém Naira imediatamente reagiu. Ela percebeu que havia sido entendida e as mulheres se retiraram. Naira explicou que optou por não se pronunciar naquele momento para evitar ser estereotipada como uma mulher negra raivosa ou agressiva. Apesar do incidente ter ocorrido no sábado, a denúncia só foi feita no domingo durante um painel sobre o programa de embaixadores da Brazil Conference. Naira e Marta leram uma carta de repúdio ao incidente, que foi transmitida pelo canal do YouTube do evento, e receberam o apoio da apresentadora Regina Casé. A organização do Brazil Conference emitiu uma nota repudiando veementemente o ocorrido e declarando seu compromisso contra o racismo, prometendo tomar medidas para lidar com a situação. Naira ressaltou que esse tipo de incidente não é isolado e questionou que tipo de líderes estão sendo formados em instituições prestigiadas como Harvard e MIT, especialmente quando as pessoas negras são tratadas de forma desrespeitosa mesmo em eventos desse nível. Legenda: Jovens denunciam racismo em Harvard Fonte: Redação ANH

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Cearense, que sofreu ferimentos na Ucrânia, faz apelo por doações para ajudar no tratamento médico

Um cearense, que estava engajado na Ucrânia durante o conflito com a Rússia, está organizando uma campanha de arrecadação de fundos para custear seu tratamento médico após ser vítima de uma mina terrestre. Fernando Barroso, de 28 anos, sofreu a perda do olho esquerdo e teve o pé direito gravemente ferido pela explosão, ocorrida na noite de 29 de março na cidade de Kherson, onde estava estacionado desde sua chegada ao país europeu. De acordo com Fernando, o impacto da explosão atingiu seus dois olhos com estilhaços e causou ferimentos graves nos membros inferiores. “Fui atingido pela mina, e meu pé direito foi completamente dilacerado. Os ossos ficaram expostos devido a fraturas. Estilhaços da explosão perfuraram minha perna esquerda, causando danos significativos. O maior fragmento da mina voou em minha direção, acertando meu olho esquerdo diretamente, resultando na perda de visão. Um pequeno fragmento atingiu meu olho direito, mas os médicos realizaram uma microcirurgia e conseguiram removê-lo. Graças a Deus, minha visão no olho direito não corre perigo”, relata.   Após ser hospitalizado na cidade de Odessa, na Ucrânia, Fernando passou por cirurgias para reconstrução do pé e agora aguarda sessões de fisioterapia. O processo de recuperação será longo e ainda não há previsão de alta médica, além da necessidade de incluir uma prótese ocular. Fernando explica que a iniciativa da campanha online partiu de amigos, visando auxiliar nos custos adicionais do tratamento. Ele também menciona que, devido à sua inatividade decorrente dos ferimentos, perdeu cerca de 80% de sua renda proveniente do governo ucraniano. “Os hospitais não cobrem todos os custos do tratamento, sempre há despesas adicionais, como medicamentos que precisam ser comprados externamente, procedimentos não cobertos pelo vínculo médico, ou até mesmo a questão futura da prótese, pois ainda não sei se será fornecida integralmente ou se precisarei custear parte dela. A campanha visa cobrir esses gastos imprevistos”, explica. O cearense ressalta que não estabeleceu uma meta específica para arrecadação, deixando que as pessoas doem conforme sua disponibilidade. Ele enfatiza a importância das orações e expressa sua gratidão pela vida, considerando-a o maior presente que alguém pode receber. Fernando, natural de Fortaleza, chegou à Ucrânia em agosto de 2023, após servir por 7 anos no Exército brasileiro. Sua motivação para se engajar no conflito veio de sua experiência militar e do desejo de participar de uma causa significativa. Apesar das dores e desafios enfrentados, Fernando está determinado a concluir seu tratamento na Ucrânia e retornar à sua terra natal assim que possível. Foto: Arquivo pessoal Fonte: Redação ANH

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Nas terras europeias, cearenses se destacam entre nordestinos que levarão arte do cordel na Holanda

No Velho Mundo, o patrimônio cultural brasileiro do cordel ganha destaque, levando consigo toda a graça e inteligência nordestinas. De 18 a 20 de abril, três representantes desembarcam na Europa para participar de uma série de atividades que incluem desde sarau até performance lítero-musical e apresentação de artigo, demonstrando um prato cheio de talento e criatividade. Os cearenses Julie Oliveira e Patrick Lima, juntamente com a sergipana Izabel Nascimento, serão os porta-vozes dessa arte na VI Conferência Internacional, sediada na Universidade de Leiden, na Holanda. Este evento, organizado desde 2015 pela Rede Europeia de Brasilianistas de Análise Cultural (Rebrac), este ano conta com a presença desses talentosos cordelistas brasileiros. Julie expressa a importância desse momento como um reconhecimento do cordel como instrumento de reflexão e mudança social, destacando a oportunidade única que surgiu após um encontro com uma pesquisadora da Universidade de Leiden no Brasil. A presença desses artistas representa não apenas uma expansão individual, mas também uma contribuição coletiva para a divulgação e ampliação dos estudos sobre o cordel. O tema deste ano da conferência, “A (re)democratização da cultura e pela cultura no Brasil”, reflete a intenção de explorar o papel das artes na redemocratização do país, incluindo projetos que buscam reparar injustiças históricas e recentes. O cordel, em especial o produzido por mulheres, desempenha um papel significativo nessa discussão, sendo uma forma de resistência e reexistência ao longo dos séculos. Izabel destaca a importância dessa viagem como uma oportunidade não apenas de difundir a cultura brasileira, mas também de promover o intercâmbio cultural. Através da escrita e da poesia do cordel, ela enxerga uma maneira de preservar e transmitir a riqueza da cultura nordestina para o mundo. Patrick, por sua vez, sente a responsabilidade de representar não apenas o Brasil, mas também o Nordeste nesse evento internacional. Com sua obra “Harry Potter e o Cactus Patronum”, ele tem experimentado um novo público leitor, ampliando os horizontes da literatura de cordel para além das fronteiras brasileiras. Na Holanda, os três cordelistas participarão de diversas atividades, desde o Sarau Vozes da Resistência até a apresentação de artigos acadêmicos, levando consigo não apenas sua arte, mas também a história e a tradição de suas raízes nordestinas. Para Julie, essa viagem representa uma oportunidade de aprendizado, compartilhamento e celebração da cultura do Ceará e do Nordeste para o mundo. Foto: Divulgação Fonte: Redação ANH/CE

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Terremoto em Taiwan foi o mais intenso em 25 anos; resultando na morte de 9 pessoas

Um forte terremoto com uma magnitude superior a 7 graus causou a morte de pelo menos nove pessoas e deixou mais de 800 feridos em Taiwan. O fenômeno também provocou danos significativos em diversos edifícios e gerou um alerta de tsunami na costa leste da Ásia, que foi posteriormente suspenso após algumas horas. As autoridades locais informaram que este terremoto e os tremores secundários associados foram os mais intensos registrados na ilha nos últimos 25 anos. Além disso, alertaram para a possibilidade de ocorrência de novos sismos nos próximos dias. Segundo o Centro Geológico dos Estados Unidos (USGS), o terremoto ocorreu nesta quarta-feira (3/4), atingindo uma magnitude de 7,4 graus. No entanto, a Agência Meteorológica de Taiwan relatou uma magnitude de 7,2, enquanto a Agência Meteorológica do Japão estimou em 7,5. O epicentro foi localizado a 18 quilômetros ao sul de Hualien, com uma profundidade de 34,8 km. As autoridades taiwanesas mobilizaram equipes de resgate para desobstruir estradas bloqueadas por rochas, especialmente na direção de Hualien, uma vez que as rodovias que levam até essa cidade passam por muitos túneis, gerando preocupações de que veículos possam ter ficado presos nas passagens subterrâneas. A presidente de Taiwan, Tsai Ing-wen, ordenou a coordenação entre as agências locais e centrais, além de anunciar o apoio do Exército nas operações de resgate e assistência. Este evento remonta ao terremoto de setembro de 1999, quando um tremor de 7,6 graus de magnitude resultou na morte de quase 2.400 pessoas em Taiwan, sendo o desastre natural com o maior número de vítimas na história do território. (crédito: HANDOUT / TAIWAN’S NATIONAL FIRE AGENCY / AFP) Fonte: Redação ANH/DF

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Fifa confirma ‘Super Mundial’ de clubes com Flamengo, Palmeiras e Fluminense

No último domingo (17), a Fifa confirmou a realização de um “Super Mundial” de clubes de 2025, em Jeddah, na Arábia Saudita. O clubes Flamengo, Palmeiras e Fluminense já estão garantidos na competição por terem vencido as últimas três edições da Copa Libertadores da América. Agora, os times precisarão reservar 29 dias para a realização do confronto entre as equipes. Dessa forma, a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) irá precisar reajustar o calendário do futebol brasileiro para lidar com a situação. Além do Flamengo, Palmeiras e Fluminense, cada confederação terá um número específico de vagas, além da vaga do país-sede. Confira abaixo os classificados das outras entidades: UEFA: Chelsea (ING), Real Madrid (ESP) e Manchester City (ING) CONCACAF: Monterrey (MEX), Seattle Sounders (EUA) e León (MEX) CAF: Al Ahly (EGI) e Wydad Casablanca (MAR) AFC: Al Hilal (SAU) e Urawa Red Diamonds (JAP) Data, local e formato Os torneio mundial da Fifa já tem data e local para acontecer: entre os dias 15 de junho e 13 de julho de 2025, nos Estados Unidos. O Super Mundial de Clubes irá seguir o formato clássico da Copa do Mundo de seleções. Ao todo serão 32 times que irão duelar em 8 chaves. Os dois melhores de cada grupo irão passar para a fase mata-mata, onde as disputas acontecem até sair o grande vencedor. Fonte: ANH/RJ

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Entenda a disputa territorial entre Venezuela e Guiana

© Reuters/Leonardo Fernandez Viloria Venezuelanos reivindicam 75% de território guianês   Uma disputa centenária sobre o controle de um território sul-americano pode ganhar novos contornos neste domingo (3). Eleitores venezuelanos vão às urnas para opinar, em um referendo, sobre a redefinição da fronteira de seu país com a república vizinha, a Guiana.   O referendo inclui cinco perguntas ao eleitor sobre como a Venezuela deverá se comportar em relação a uma área de 160 mil quilômetros quadrados (km2) localizada a oeste do Rio Essequibo, que hoje responde por cerca de 75% dos 215 mil km2 do território da Guiana. A área, rica em minérios e pedras preciosas, está sob controle da Guiana desde que o país se tornou independente, em 1966. Antes disso, era dominada pelo Reino Unido, desde meados do século XIX. Os britânicos apoiavam seu direito ao território com base no fato de que, em 1648, os espanhóis cederam toda a área a leste do Orinoco aos holandeses. Parte dessa terra foi posteriormente passada pela Holanda ao Reino Unido. A Venezuela, por sua vez, afirma que o território pertence a ela, já que era parte do Império Espanhol, havia a presença de religiosos espanhóis na área e, segundo ela, os holandeses nunca ocuparam a região à oeste do rio Essequibo. A reivindicação existe mesmo antes de o país se tornar independente, ou seja, quando ainda era parte da Grã-Colômbia. A região é conhecida na Venezuela como Guiana Essequiba, ou simplesmente, Essequibo, e aparece atualmente nos mapas oficiais do país como “Zona en Reclamación”, ou seja, um território que está sendo reivindicado. Sob administração guianesa, Essequibo inclui áreas de seis províncias, das quais duas estão integralmente inseridas ali e três têm a maior parte de suas superfícies localizadas na região reivindicada pela Venezuela. Além disso, Essequibo inclui uma porção importante da costa guianesa, onde há poucos anos foram descobertas enormes reservas de petróleo e que a Guiana já está explorando, em parceria com companhias como a norte-americana ExxonMobil e a chinesa CNOOC. Venezuela reivindica 75% do território da Guiana – Arte EBC Referendo A primeira pergunta do referendo é se a Venezuela deve rechaçar, “por todos os meios, conforme a lei” a atual fronteira entre os dois países. A posição oficial do governo venezuelano é que o limite deve ser jogado para o leste e estabelecido no rio Essequibo. Para os venezuelanos, a atual fronteira foi estabelecida de forma fraudulenta pelo Laudo Arbitral de Paris de 1899, que envolveu dois árbitros britânicos, dois norte-americanos (sendo um deles indicado pela Venezuela) e um russo (indicado pelos quatro anteriores). A Venezuela aceitou a mediação do tribunal arbitral e inicialmente, apesar de contrariada, acatou os limites impostos por ele, que favoreciam em grande parte os britânicos. Décadas depois, no entanto, decidiu refutar o acerto, alegando fraudes na decisão arbitral. A consulta popular também questiona se o eleitor está de acordo a “opor-se, por todos os meios, de acordo com a lei, à pretensão da Guiana de dispor unilateralmente de um mar pendente de delimitação”. A costa guianesa em questão inclui parte do campo gigante de Stabroek, com reservas estimadas em cerca de 11 bilhões de barris de óleo. Outra pergunta é se o eleitor concorda em criar o estado de Guiana Essequiba e conceder cidadania venezuelana aos habitantes desse território. As últimas duas perguntas envolvem as negociações internacionais acerca da definição da fronteira. O referendo pergunta, em uma delas, se o eleitor aceita o acordo de Genebra de 1966 como único instrumento capaz de resolver a controvérsia. Em 1966, pouco antes da Guiana tornar-se independente, Reino Unido e Venezuela assinaram um acordo em Genebra que definia que os venezuelanos e guianeses deveriam formar uma comissão mista para solucionar a questão da fronteira entre os dois países. Mas o próprio acordo prevê que, caso não houvesse resolução, o caso deveria ser levado ao Secretariado-Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), o que aconteceu na década de 80. Em 2018, o secretário-geral da ONU, Antonio Guterres decidiu que o caso deveria ser julgado pela Corte Internacional de Justiça (ICJ), em Haia. O problema é que a Venezuela não reconhece o ICJ como uma instância apropriada para resolver a questão. E o referendo pergunta ao eleitor se ele apoia “a posição histórica da Venezuela de não reconhecer a jurisdição da Corte Internacional de Justiça” para solucionar a controvérsia. O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, está em campanha pelo ‘sim’ no referendo – Marcelo Camargo/Agência Brasil O governo venezuelano defende que os eleitores respondam “sim” às cinco perguntas. O presidente Nicolás Maduro tem se envolvido pessoalmente na campanha eleitoral pelo “sim”, convocando a população a votar neste domingo. Segundo ele, “o resgate de Guiana Essequiba” é uma “cruzada, uma jornada histórica”. “Foi inédita, única e magnífica a campanha eleitoral que o povo desenvolveu como protagonista, do resgate da Guiana Essequiba. Linda jornada histórica rumo ao #3Dic [hashtag para o 3 de dezembro], nunca antes se havia feito consulta sobre um tema de tanta importância no qual o povo decidirá o destino de Essequibo e a integridade territorial da Venezuela Toda. Só o povo salva o povo!”, escreveu Maduro em suas redes sociais na quarta-feira (29). ‘Provocativo e ilegal’ Já a presidência da Guiana convocou agências governamentais para uma sensibilização nacional guianesa em torno do referendo. Uma série de eventos, incluindo dias de oração e “círculos de unidade”, de sexta-feira (1º) a domingo (3), e “uma noite de reflexão patriótica” no dia do referendo venezuelano, estão previstos para o país. O presidente guianês, Irfaan Ali, afirmou que a região de fronteira será reforçada pela polícia e forças armadas. O governo da Guiana considera as medidas tomadas pela Venezuela, como o referendo, são agressivas, infundadas e ilegais. No início de novembro, a Assembleia Nacional da Guiana aprovou uma resolução em que classifica o referendo como “provocativo, ilegal, inválido e sem efeito legal internacional”. No fim de outubro, a Guiana havia pedido proteção urgente à ICJ, para evitar que a Venezuela ocupe território guianês. “A Guiana não tem dúvidas sobre

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Presidente da Guiana diz que não é contra conversas sobre Essequibo

© Instituto Interamericano de Cooperação para a Agricultura (IICA) – Divulgação Antes, presidente da Venezuela admitiu possibilidade de diálogo O presidente da Guiana, Irfaan Ali, afirmou, neste sábado (9), que não se opõe a conversas ou reuniões sobre a tensão na disputa da região de Essequibo. O texto foi postado na plataforma X (antigo Twitter), mesma rede utilizada pelo presidente venezuelano, Nicolás Maduro, que admitiu possibilidade de diálogo com as autoridades do país vizinho.  “Estamos comprometidos com a paz na região. A #CIJ (Corte Internacional de Justiça) determinará, finalmente, a polêmica na fronteira Guiana/Venezuela. Somos intransigentes nesse aspecto e no respeito pelo direito internacional. Deixamos claro que não temos oposição a conversas e reuniões como pessoas responsáveis ​​e como país”, escreveu Ali.   Mais cedo, Maduro  havia escrito que deseja “paz e compreensão” para a região. No entanto, mais de uma hora depois, elevou o tom. “Não contaram com a nossa astúcia, o povo saiu em defesa da Guiana Essequiba. Não poderão ignorar a vontade soberana da Venezuela”, disse Maduro. Fonte: Agência Brasil

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Atleta mata noiva e convidados durante o próprio casamento na Tailândia

Foto: Reprodução / CH7HD News Um homem atirou contra a própria esposa, parentes e amigos durante sua festa de casamento, na Tailândia. Em seguida, o noivo se suicidou. Chaturong Suksuk, atleta paralímpico e militar reformado, saiu no meio de sua festa de casamento e voltou armado. O caso ocorreu no último sábado (25). O homem atirou em sua esposa, sogra e cunhada. Além delas, outros dois convidados foram atingidos. Nenhum dos feridos sobreviveu, segundo informações da mídia local. Chaturong, de 29 anos, se suicidou com um tiro em seguida. A polícia disse à BBC que ainda não se sabe a motivação do crime e que o homem estava embriagado. A arma e as munições foram obtidas legalmente. A compra teria sido feita pelo noivo no ano passado. O homem já havia ganhado medalha de prata na natação nos Jogos Asean Para, na Indonésia. Estava previsto que fosse também chamado para os Jogos Mundiais de Abilitysport, na Tailândia, no próximo mês. Por: ANH/AL

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