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Iniciativa integra a campanha Março Azul, dedicada à prevenção e conscientização sobre o câncer de intestino.
O mês de março é marcado por diversas iniciativas voltadas à conscientização e prevenção de doenças, incluindo o Março Azul, campanha dedicada à prevenção do câncer colorretal, também chamado de câncer de intestino. Como parte dessa mobilização, o Hospital da Cidade (HC) realizou, na última terça-feira (25), uma palestra para seus colaboradores, abordando a importância da prevenção, do diagnóstico precoce, dos sintomas e do tratamento da doença.
A gastroenterologista e endoscopista Eleusa Farias, coordenadora do serviço de Endoscopia do HC, destacou que o câncer colorretal é um dos poucos que podem ser prevenidos e, quando diagnosticado precocemente, apresenta altas taxas de cura.
“A prevenção do câncer de intestino é essencial, pois exames como a pesquisa de sangue oculto nas fezes e a colonoscopia permitem identificar lesões antes que evoluam para um tumor maligno. Além disso, quando a doença é detectada em estágio inicial, as chances de cura são bastante elevadas”, explicou a especialista.
Desde que assumiu a coordenação do serviço de Endoscopia do HC há um ano, Eleusa ressaltou o impacto positivo da ampliação desse atendimento à população.
“O serviço de endoscopia digestiva no Hospital da Cidade representou um avanço significativo para o município, pois até então ele não estava disponível na unidade. Em apenas um ano, já realizamos mais de 4 mil endoscopias digestivas e 2.500 colonoscopias, ampliando o acesso da população a exames fundamentais para a prevenção e o diagnóstico precoce do câncer de intestino”, enfatizou.
Mutirão de colonoscopia
Nos dias 5 e 6 de abril, o Hospital da Cidade realizará um mutirão de colonoscopias, com a meta de realizar 50 exames por dia. A ação faz parte da campanha Março Azul e tem como objetivo reduzir a fila de espera no SUS, garantindo que mais pacientes tenham acesso ao exame preventivo.
Sobre o câncer de intestino
O câncer de intestino é o terceiro tipo de tumor mais letal no Brasil. A probabilidade de uma pessoa desenvolver a doença gira em torno de 4,3%, sendo mais comum em homens e mulheres acima dos 45 anos ou em indivíduos com histórico familiar da condição.
Anualmente, mais de 40 mil brasileiros são diagnosticados com a doença, e a tendência é que o número de óbitos aumente nos próximos anos devido ao envelhecimento da população.
Apesar da alta taxa de mortalidade, o câncer de intestino pode ser tratado com sucesso quando identificado precocemente. O diagnóstico rápido é essencial para um tratamento eficaz e maiores chances de cura.
Fonte: Redação ANH/AL









