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Boeing anuncia que vai despedir 10% dos trabalhadores

© Lusa  Boeing planeja despedir cerca de 10% dos trabalhadores nos próximos meses, ou seja, cerca de 17 mil pessoas, à medida que continua perdendo dinheiro e tenta lidar com problemas laborais e de produção. Onovo diretor executivo da construtora aeronáutica norte-americana, Kelly Ortberg, comunicou aos funcionários, na sexta-feira, que a redução de postos de trabalho vai incluir executivos, gestores e funcionários. A companhia tem cerca de 170 mil trabalhadores em todo o mundo. “A nossa empresa encontra-se numa situação difícil (…) que exige decisões difíceis e teremos de efetuar mudanças estruturais para garantir a competitividade e a satisfação dos nossos clientes a longo prazo”, disse Ortberg aos funcionários. A empresa vai ainda adiar para 2026 o lançamento de um novo avião, o 777X, inicialmente anunciado para o próximo ano. Também vai deixar de construir a versão de carga do aparelho 767 em 2027, depois de terminar as encomendas atuais. Por outro lado, a produção da empresa está sendo afetada por uma greve de trabalhadores, iniciada em 13 de setembro, depois de terem rejeitado uma proposta de contrato que incluía aumentos salariais de 25% em quatro anos. A paralisação abrange cerca de 33 mil trabalhadores da montagem de aviões, a maioria dos quais na zona de Seattle, na costa oeste dos Estados Unidos, levando à suspensão da produção dos aviões mais vendidos da empresa. A greve não deve causar cancelamentos de voos, nem afetar diretamente os passageiros das companhias aéreas, mas será mais um golpe para a reputação e as finanças da Boeing, num ano marcado por problemas nas operações aéreas, de defesa e espaciais. A Administração Federal da Aviação dos Estados Unidos aumentou o escrutínio da empresa depois de um painel ter explodido num Boeing Max durante um voo da Alaska Airlines, em janeiro. Em agosto, a NASA decidiu que uma nave espacial da Boeing não era suficientemente segura para transportar dois astronautas da Estação Espacial Internacional para a Terra. Fonte: https://www.noticiasaominuto.com.br/

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Anatel notifica operadoras, e derrubada gradual de bets ilegais começa nesta sexta

© DR A lista de endereços a serem retirados do ar foi enviada às operadoras de telecomunicações ainda na quinta (10) pela Anatel BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) – Os mais de 2.000 sites de apostas online considerados irregulares pelo Ministério da Fazenda devem começar a ser derrubados nesta sexta-feira (11). Ainda não divulgada pelo governo, a lista de endereços a serem retirados do ar foi enviada às operadoras de telecomunicações ainda na quinta (10) pela Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações). “Nós vamos monitorar as principais empresas do setor para garantir que esse bloqueio seja feito de forma efetiva e o mais rápido possível”, afirmou o presidente da agência, Carlos Manuel Baigorri, nesta quinta. Ele pontuou que, entre as cerca de 20 mil operadoras em funcionamento no Brasil, há empresas pequenas do interior do país que podem demorar alguns dias para realizar os bloqueios. Cabe à Anatel, segundo Baigorri, auxiliá-las nesse processo. O envio da lista coincidiu com a data limite para os usuários recolherem o dinheiro depositado nas bets não autorizadas. Segundo o secretário de Prêmios e Apostas, Regis Dudena, é dever delas devolverem o dinheiro mesmo após a data. Caso a devolução não seja feita, a recomendação do governo é que os usuários acionem órgãos de defesa do consumidor ou autoridades policiais. Uma eventual prorrogação do prazo para pedir a devolução não está na mesa, segundo o ministro Fernando Haddad (Fazenda). Ele defende que a retirada dos sites do ar é importante para impedir que a população seja vítima de fraudes. “Eu não consigo tirar o site do ar para apostas e mantê-lo no ar para a restituição. Não tem condições técnicas de fazer isso. Esse é o problema e por isso nós demos dez dias. Senão, nem os dez dias nós daríamos”, disse nesta quinta (10). De acordo com o presidente da Anatel, o combate ao mercado ilegal deve ser um “trabalho contínuo”. Uma das principais dificuldades levantadas para o bloqueio das bets, segundo empresários do setor de apostas, é garantir que as essas empresas não abram novos sites, com links diferentes, para burlar a restrição da agência. Para Baigorri, somado aos esforços do Estado para garantir um ambiente regulado, a população tem poder para barrar o mercado ilegal. Ele comparou o uso de bets não autorizadas ao acesso irregular ao X (ex-Twitter) via VPN, quando a plataforma estava bloqueada no país, e ao consumo de produtos falsificados, como cigarros e gasolina. “[O cidadão] está assumindo um risco e isso é muito perigoso.” A lista de bets consideradas irregulares pela Fazenda é formada, majoritariamente, por empresas que não formalizaram o pedido para continuar funcionando no país dentro do prazo estabelecido pelo governo. Desde o início do mês, essas empresas operaram no Brasil com restrições. Elas ficaram disponíveis na internet para que os apostadores pudessem resgatar dinheiro disponível nas contas. No início do mês, o Ministério da Fazenda divulgou uma lista, posteriormente atualizada, de bets que poderiam continuar em funcionamento no país. São 211 sites ligados a 96 empresas em âmbito nacional e outros 20 com licenças estaduais. As bets deixadas de fora da relação divulgada pela Fazenda não podem mais fornecer jogos de apostas no Brasil até que consigam a autorização final do governo –com exceção das casas de apostas que operam com concessões estaduais. Já a lista de bets que podem continuar em operação é composta por empresas que solicitaram autorização do governo federal até 17 de setembro para operar sites de apostas no Brasil –e que também cumpriram com requisitos burocráticos para o cadastro. A Secretaria de Prêmios e Apostas do Ministério da Fazenda ainda vai analisar a regularidade de cada uma dessas empresas, com informações sobre a habilitação jurídica e a qualificação técnica das operadoras, para conceder autorização definitiva a partir de 2025. O pente-fino deve ser realizado até o fim de dezembro. Somente terá concessão a empresa que passar pelos critérios técnicos e pagar R$ 30 milhões para o governo federal. Fonte: https://www.noticiasaominuto.com.br/

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Mais de 2.000 bets ilegais serão derrubadas a partir desta sexta-feira, diz Haddad

© Getty As bets deixadas de fora da relação divulgada pela Fazenda não podem mais fornecer jogos de apostas no Brasil   RASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) – O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, disse nesta quinta-feira (10) que a pasta enviou à Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) uma lista de “pouco mais de 2.040” sites de apostas online irregulares, que devem ser derrubados a partir desta sexta-feira (11). Segundo o ministro, essas bets não formalizaram pedido para continuar funcionando dentro do prazo estabelecido pelo governo. No início do mês, o Ministério da Fazenda divulgou uma lista, posteriormente atualizada, de bets que poderiam continuar em funcionamento no país. São 211 sites ligados a 96 empresas em âmbito nacional e outros 20 com licenças estaduais. As bets deixadas de fora da relação divulgada pela Fazenda não podem mais fornecer jogos de apostas no Brasil até que consigam a autorização final do governo -com exceção das casas de apostas que operam com concessões estaduais. O Ministério da Fazenda recomenda que os usuários recolham o dinheiro depositado nos sites de apostas que deixarão de funcionar. O prazo para a retirada dos recursos acaba nesta quinta-feira (10). “As empresas de telefonia vão, por encaminhamento da Anatel, impedir o acesso em território nacional a esses sites, e as empresas -são 20 mil prestadoras de serviços de internet no Brasil- também vão fazer esse trabalho”, disse Haddad na entrada do Ministério da Fazenda. O presidente da Anatel, Carlos Baigorri, confirmou o recebimento da lista. Ele disse, após reunião no Ministério da Fazenda, que a agência já começou a notificar as principais empresas de telecomunicações para prepararem o bloqueio das bets ilegais. “Nós vamos monitorar as principais empresas do setor para garantir que esse bloqueio seja feito de forma efetiva e o mais rápido possível”, disse Baigorri. A lista de bets que podem continuar é composta por empresas que solicitaram autorização do governo federal até 17 de setembro para operar sites de apostas no Brasil -e que também cumpriram com requisitos burocráticos para o cadastro. A Secretaria de Prêmios e Apostas do Ministério da Fazenda ainda vai analisar a regularidade de cada uma dessas empresas, com informações sobre a habilitação jurídica e a qualificação técnica das operadoras, para conceder autorização definitiva a partir de 2025. O pente-fino deve ser realizado até o fim de dezembro. Somente terá concessão a empresa que passar pelos critérios técnicos e pagar R$ 30 milhões para o governo federal. O cadastro não será fechado, e outras empresas podem pedir autorização a qualquer momento -assim como já há pedidos posteriores a 17 de setembro. A diferença das solicitações feitas depois é que não há garantia por parte do governo de que a análise ocorrerá até janeiro de 2025. Desde o início do mês, as bets que não solicitaram autorização para operar no Brasil funcionam com restrições. Elas ficaram disponíveis na internet para que os apostadores pudessem resgatar dinheiro de prêmios. O prazo de dez dias para os resgates termina na sexta. Segundo Haddad, quem não pediu o dinheiro de volta terá mais dificuldades para recuperá-lo. “Fica mais complexo encontrar um caminho de resgate a partir de amanhã. O ideal é que as pessoas tomem as providências para restituírem aquilo que lhes é devido. Caso isso não aconteça, nós não temos neste momento uma alternativa tecnológica disponível”, disse. Uma das principais dificuldades levantadas para o bloqueio das bets, segundo empresários do setor de apostas, é garantir que as empresas irregulares não vão abrir novos sites, com links diferentes, para burlar o bloqueio da Anatel. É o que ocorreu com a Blaze após ser derrubada por ordem judicial, em 2023. A própria empresa recomendou aos apostadores o acesso a sites paralelos que redirecionavam o usuário à plataforma de apostas. Haddad afirmou que o governo fará um trabalho permanente para monitorar as bets que tentarem burlar o bloqueio. “Assim que chegar ao nosso conhecimento o novo endereço, você bloqueia”, disse. Ele avalia, porém, que mesmo os sites de apostas que buscarem novas formas de operar no Brasil não terão sucesso na empreitada. “Ela [bet irregular] não está mais fazendo propaganda no Brasil. As empresas, as big techs e as emissoras e concessionárias de serviço público, jornais e revistas, não farão a publicidade dessas bets. Então, é muito difícil acessar o apostador com o novo endereço”, afirmou o ministro. O presidente da Anatel também desaconselhou que apostadores usem VPN ou outras formas para acessar as bets ilegais. Ele disse que o cidadão que tentar burlar o bloqueio “assume um risco que não vai ter proteção do Estado”. “É como comprar cigarro falsificado, gasolina falsificada, produtos falsificados. Ele está assumindo um risco, isso é muito perigoso, e o papel do Estado é justamente garantir que o ambiente regulado observe todas as regras e proteja os direitos do cidadão”, disse Baigorri. Fonte: https://www.noticiasaominuto.com.br/

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Oi deve receber perdão de R$ 7 bi da Anatel para seguir operando na telefonia fixa

© Reuters / Paulo Whitaker SAÕ PAULO, SP (FOLHAPRESS) – A Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) deve ser a última instância, nesta quinta-feira (10), a aprovar um acordo que libera a operadora Oi de um investimento de R$ 7 bilhões em infraestrutura. A própria agência havia calculado o valor em 2022. Para o presidente da Anatel, Carlos Baigorri, a solução consensual, que envolveu Ministério das Comunicações, Tribunal de Contas da União (TCU) e Advocacia Geral da União (AGU), é positiva e gera economia para a União. O trato determina que a Oi continue a oferecer telefonia fixa em 2.845 municípios, além de que faça um investimento mínimo de R$ 5,8 bilhões em infraestrutura e conectividade. A celebração do acordo faria o serviço da Oi migrar do regime de outorga para o de autorização, em que a empresa não tem obrigações em relação ao Estado. Essa mudança é pauta de reunião extraordinária do conselho-diretor da agência nesta quinta. Pelo atual contrato de concessão, a Oi é obrigada a investir em orelhões e conexões fixas (cabos) para levar o serviço na Amazônia -algo caro e ineficiente diante do gigantismo da região. O mais apropriado seria fazer isso por satélite ou ligações móveis. Em nota, a operadora disse que o acordo afasta “as desproporcionais obrigações que a concessão traz” e garante uma operação sustentável, tendo em vista o soerguimento da Oi. A migração para o regime de autorização passou a ser permitida a partir de uma alteração, em 2019, da Lei Geral de Telecomunicações. A Anatel, segundo Baigorri, corre contra o relógio para manter o serviço de telefonia fixa em todas as regiões. Os contratos de concessão com Telefônica (Vivo), Embratel (do Grupo Claro), Algar e Sercontel se encerram ao fim deste ano. “Venhamos e convenhamos que ninguém mais tem interesse no serviço de telefonia fixa”, diz Baigorri. O Estado, porém, é obrigado pela Lei Geral de Telecomunicações a manter essa oferta mesmo com operações em prejuízo. A agência também busca uma conciliação no TCU junto à Telefônica. A proposta é de que a operadora faça um investimento de R$ 4,5 bilhões, ante um valor anterior de R$ 8,5 bilhões, e mantenha, assim como a Oi, o serviço de telefonia fixa em regime de autorização até 2028. Essa conciliação, sob arbitragem do ministro-relator Jonathan Jesus, também está encaminhada, segundo Baigorri -faltam as aprovações do TCU e da AGU. A Anatel, segundo Baigorri, começou a negociar com a Claro, mas ainda precisa procurar Algar e Sercontel. A agência prepara licitações para os casos em que não houver acordo. Caso não haja interessados, a União terá de assumir responsabilidade pelo serviço. O acordo foi costurado entre Oi e Anatel sob relatoria do ministro do TCU Jorge Oliveira. Depois passou pela aprovação do tribunal em 3 de julho, depois, pela AGU, no último dia 30. Os termos, porém, são contestados pelo Ministério Público, que projeta perdas para o erário ainda maiores -de até R$ 17 bilhões. A outra alternativa seria a União pegar uma senha na fila de credores da operadora. A empresa entrou em recuperação judicial no ano passado, com uma dívida inicial de R$ 65 bilhões, mas precisou novamente voltar à Justiça diante do fracasso do plano anterior. Entidades da sociedade civil, por outro lado, avaliam que a conciliação abre um precedente ruim na gerência de contratos pela administração pública. “Cria um incentivo ao desrespeito”, diz a diretora do Iris Paloma Rocillo, que também faz parte do conselho consultivo da Anatel. Ainda segundo ela, faltou transparência em relação aos valores em jogo. Ela, como membro do conselho consultivo, tenta acessar o relatório de avaliação dos chamados bens reversíveis cedidos a Oi -toda a estrutura de cabos, antenas, centrais usada para a prestação do serviço de telefonia fixa. A Anatel afirma que o documento está sob sigilo. Vem daí a divergência de valores entre os cálculos da Anatel e do MP. “Trabalhamos agora, com o MP, para tentar incidir sobre os valores do acordo”, diz Rocillo. No acordo firmado, a Anatel afirma que a operadora teria de indenizar a União em cerca de R$ 20 bilhões para ficar com os bens reversíveis. O acordo deduziu desse valor R$ 12,97 bilhões em amortização desses bens reversíveis, mais R$ 2,47 bilhões em custos de manutenção da rede e fez correções monetárias. Baigorri afirma que, fora as obrigações contratuais, essa infraestrutura tem “zero valor de mercado”. Sem o aval do TCU, o plano de recuperação da empresa não será viável e o Ministério das Comunicações terá de licitar o serviço, algo que levará, no mínimo, dois anos sem uma solução para o atendimento dos clientes, especialmente em áreas onde só a Oi tem cobertura. A operadora continua em grave crise financeira e ainda não quitou sua dívida com multas junto à União, algo que terá de fazer caso vença a arbitragem, outra cláusula prevista no acordo. Entre 2016 e 2022, a companhia passou por uma primeira recuperação judicial, com dívidas iniciais de R$ 65 bilhões. Após esse período, ela ganhou fôlego após a venda de seu braço móvel -operação que foi fatiada entre os três principais players do mercado (Vivo, Claro e Tim). Em março de 2023, a Oi entrou novamente em recuperação judicial, declarando dívidas de R$ 44 bilhões. Hoje, a empresa opera em parceria com a V.tal, uma empresa do setor de telecomunicações controlada pelo BTG. Fonte: https://www.noticiasaominuto.com.br/

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Ministro diz levar decisão sobre horário de verão a limite para ver se pode ser evitado em 2024

© DR   O ministro também declarou que a definição sobre o tema deve ocorrer até a semana que vem   Oministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, indicou nesta terça-feira, 8, que a retomada do horário de verão pode ser evitada neste ano. A decisão vai depender, diz ele, da avaliação técnica dos níveis do reservatório no país. O ministro também declarou que a definição sobre o tema deve ocorrer até a semana que vem. “Estou levando a decisão sobre o horário de verão ao limite para ver se pode ser evitado neste ano”, declarou, em conversa com jornalistas. “Se o horário de verão for imprescindível, teremos a coragem necessária”, complementou. Anteriormente, o titular da pasta de Minas e Energia havia declarado a possibilidade de retomada dessa política para novembro deste ano, após as eleições. Na quarta-feira, 9, haverá nova reunião do Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico (CMSE), retomando a discussão sobre as medidas que vão fazer frente à seca e o impacto nos reservatórios. Sob o ponto de vista do suprimento energético, o horário de verão tende a reduzir a demanda em horário de pico e, consequentemente, a necessidade do despacho adicional de térmicas no início da noite, quando há a falta das fontes intermitentes (energia solar e eólica) no período. Mais cedo, o ministro Silveira participou ao lado do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, e outras autoridades da sanção do PL do Combustível do Futuro – que cria programas nacionais de diesel verde, de combustível sustentável para aviação e de biometano. Fonte: noticiaaominuto.com.br

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TV Brasil Animada estreia novas séries infantis no Mês das Crianças

Em celebração ao Mês das Crianças, a TV Brasil estreia quatro novas séries infantis. A partir do dia 7 de outubro, as novidades serão exibidas de segunda a sábado, entre 7h e 12h, compondo a faixa infantil TV Brasil Animada. As produções nacionais prometem entreter e educar, explorando temas como biodiversidade, música, história e preservação ambiental. As obras foram realizadas por meio do edital do Programa de Apoio ao Desenvolvimento do Audiovisual Brasileiro (Prodav) TVs Públicas. Confira as novidades: Missão 347 Uma família alienígena explora a rica biodiversidade da Terra com o objetivo de catalogar novos alimentos para seu planeta de origem, que sofre com a escassez de recursos. A série oferece uma jornada educativa sobre a importância da preservação ambiental.   Sol em Dó Ré Mi Nesta animação, a pequena pianista Sol embarca em grandes aventuras no mundo encantado de Dó Ré Mi, onde instrumentos musicais ganham vida. Por meio da música, Sol aprende que até as tarefas diárias podem ser incrivelmente divertidas e cheias de criatividade.   Passado da Hora A série acompanha Isadora, uma menina de 12 anos, que é levada por uma coruja da sabedoria para um mundo mágico da história. No museu do Passado da Hora, Isadora conhece personagens históricos que despertam sua curiosidade sobre diferentes épocas, oferecendo uma nova perspectiva sobre o mundo.   O Cerrado e Outros Bichos Dois adolescentes viciados em tecnologia, descobrem um portal que os conecta com o universo mitológico brasileiro. Em um plano macabro, o temido Mall Corp (José Abreu) desenvolve o monstro Toxic, para concretizar seus planos de transformar o planeta num local inteiramente cinza e implantar suas “bolhas imobiliárias”, únicos locais onde será possível viver. Porém, ele não contava com a esperteza dos jovens, que se unem ao velho ancestral Nonda (Ailton Krenak) para tentar desfazer essa trama. A série infanto-juvenil será exibida sempre ao 12h. Sobre o Prodav TVs Públicas O Prodav é uma parceria entre a Agência Nacional do Cinema (Ancine), Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) e a Empresa Brasil de Comunicação (EBC) para incentivar a produção regional e independente. A proposta é ofertar esse conteúdo para as emissoras públicas de televisão. A EBC distribui o material ao disponibilizar as obras para todas as emissoras de televisão do campo público que fazem parte do projeto. Ao vivo e on demand Acompanhe a programação da TV Brasil pelo canal aberto, TV por assinatura e parabólica. Sintonize: https://tvbrasil.ebc.com.br/comosintonizar. Seus programas favoritos estão no TV Brasil Play, pelo site http://tvbrasilplay.com.br ou por aplicativo no smartphone. O app pode ser baixado gratuitamente e está disponível para Android e iOS. Assista também pela WebTV: https://tvbrasil.ebc.com.br/webtv. TV Brasil na internet e nas redes sociais Site – https://tvbrasil.ebc.com.br Instagram – https://www.instagram.com/tvbrasil YouTube – https://www.youtube.com/tvbrasil Facebook – https://www.facebook.com/tvbrasil TikTok – https://www.tiktok.com/@tvbrasil TV Brasil Play – http://tvbrasilplay.com.br Fonte: Agência Brasil

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Mega-Sena não tem ganhadores e prêmio vai para R$ 45 milhões

© Marcello Casal Jr./Agência Brasil Números sorteados foram: 10 – 31 – 35 – 45 – 50 – 55   Ninguém acertou as seis dezenas do concurso 2.781 da Mega-Sena, sorteadas nesta terça-feira (1º) no Espaço da Sorte, em São Paulo. Com isso, o prêmio da faixa principal acumulou e está estimado em R$ 45 milhões para o próximo sorteio, na quinta-feira (3). Os números sorteados foram: 10 – 31 – 35 – 45 – 50 – 55. A quina teve 51 apostas ganhadoras e cada uma vai receber R$ 59.449,24. Já a quadra registrou 3.673 ganhadores, com prêmio de R$ 1.179,22 para cada. As apostas para o próximo concurso podem ser feitas até as 19h (horário de Brasília) do dia do sorteio, nas casas lotéricas credenciadas pela Caixa em todo o país, ou pela internet. No caso das lotéricas, os estabelecimentos podem fechar antes das 19h. O jogo simples, com seis dezenas marcadas, custa R$ 5. Fonte: Agência Brasil

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Ministério da Fazenda autoriza 199 marcas de bets no país; veja lista

© Bruno Peres/Agência Brasil Número pode subir com inclusão de empresas estaduais Um total de 199 marcas operadas por 95 empresas de bets estão autorizadas a continuar operando no país. O Ministério da Fazenda divulgou na noite desta terça-feira (1º) a lista das casas de apostas virtuais que pediram autorização até 30 de setembro e cumpriram os requisitos legais para se manterem em funcionamento. Ao todo, são 193 marcas de 89 empresas a continuar operando em âmbito nacional. Ainda há seis marcas de seis empresas autorizadas a funcionar em âmbito estadual: cinco no Paraná e uma no Maranhão. O número de empresas estaduais pode aumentar nas próximas horas, caso mais estados e o Distrito Federal enviem ao Ministério da Fazenda as bets autorizadas a funcionar localmente. >> Veja as listas nacional e estadual  O número de empresas autorizadas é menor que a quantidade de pedidos. Segundo o Sistema de Gestão de Apostas (Sigap) do Ministério da Fazenda, 180 empresas apresentaram 185 pedidos, dos quais 31 foram protocolados na segunda-feira (30). A diferença ocorreu porque muitas empresas não conseguiram cumprir todos os requisitos, como apresentar todos os documentos exigidos ou comprovar capacidade técnica. O Sigap fornece o nome de registro da empresa, não a marca comercial do site, o que muitas vezes dificulta a consulta aos sites legalizados. Até 10 de outubro, os sites que não pediram autorização continuarão no ar. Isso porque o governo concedeu um prazo de dez dias para que os apostadores retirem o dinheiro dessas páginas. A partir de 11 de outubro, a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) bloqueará as páginas ilegais. Segundo o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, até 600 páginas terão o acesso derrubado. Empresas legalizadas A lista divulgada nesta noite é a lista positiva, das empresas legalizadas. Com base nessa lista, o usuário poderá pedir às empresas, que não façam parte da relação, a devolução do dinheiro depositado nos sites. O ministro Fernando Haddad pediu que a Secretaria de Prêmios e Apostas antecipe a divulgação da lista negativa, das empresas recusadas. De acordo com o ministro, essa lista demora mais porque é preciso explicar os argumentos jurídicos que levaram à recusa da autorização de funcionamento. Fonte: Agência Brasil

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© Marcelo Camargo/Agência Brasil   Qualquer cidadão pode, a partir de agora, verificar os recursos do Fundo Nacional de Segurança Pública repassados a estados, municípios e ao Distrito Federal a cada ano, por meio da plataforma Segurança Transparente, lançada nesta terça-feira em Brasília. O objetivo é dar maior transparência e controle sobre o uso desses recursos, além de atender uma recomendação do Tribunal de Contas da União. Segundo o Ministério da Justiça e Segurança Pública, a ferramenta também atende à Lei de Acesso à Informação e fortalece a prestação de contas. A plataforma expõe o histórico de repasses desde 2019, mostrando o valor transferido e o executado em cada unidade federativa, além do saldo em conta. Até 2025, o sistema será implementado em cinco etapas. A primeira ocorreu nesta terça-feira, com a liberação das informações sobre as transferências fundo a fundo, permitindo a consulta de todos os recursos repassados a estados, municípios e ao Distrito Federal. A segunda etapa, com as prestações de contas, está prevista para outubro deste ano, seguida por doações e dados do Programa de Compras Eficientes do Sistema Único de Segurança Pública. A plataforma pode ser acessada no site do Ministério da Justiça e Segurança Pública: gov.br/mj. Fonte: Agência Brasil

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CNC alerta para o impacto negativo das apostas em bets no comércio

© Joédson Alves/Agência Brasil   Com a rápida expansão das apostas esportivas, as chamadas Bets, a CNC, Confederação Nacional do Comércio, lançou um alerta. De acordo com o estudo da instituição, O Impacto Econômico dos Bets, o comprometimento da renda das famílias com essas apostas possui um potencial de reduzir em até 11,2% a atividade varejista, diminuindo em R$ 117 bilhões o faturamento do setor por ano.  Ainda de acordo com a pesquisa, o varejo está com bom desempenho este ano, mas menor do que o esperado. Com isso, a confederação ajustou a projeção de crescimento do setor de 2,2% para 2,1%, devido ao desempenho menos robusto nos seis primeiros meses. O economista-chefe da CNC, Felipe Tavares, exemplifica alguns dos impactos dessa mudança no direcionamento dos recursos. “A gente vem tendo relatos da nossa base de empresas representadas pela CNC de que, por exemplo, no setor de educação, muitas pessoas estão deixando de fazer matrículas, de pagar mensalidade de faculdade, por causa de apostas. Está mudando o perfil de consumo no mercado, no varejo de lojas de departamentos, de roupas, por exemplo. Isso já está afetando muito a tomada de decisão e está afetando muito a vida das pessoas”. Cassinos on-line, como o Jogo do Tigrinho, são apontados como alguns dos principais vilões. O estudo indica que somente no primeiro semestre deste ano eles colocaram mais de 1 milhão de brasileiros em situação de inadimplência e também comprometeram o varejo, retirando R$ 1,1 bilhão do consumo do varejo nacional. Felipe Tavares explica que essa inadimplência pode aumentar ainda mais até o fim do ano. “A gente estima que cerca de 1,3 milhões de brasileiros foram colocados em situação de inadimplência neste ano. E neste finalzinho de ano pode chegar a um adicional de mais 600 mil brasileiros nessa reta final do ano”. O levantamento aponta ainda que, entre junho de 2023 e junho de 2024, os consumidores gastaram cerca de R$ 68 bilhões em apostas, valor que representa 0,62% do PIB. Fonte: Agência Brasil  

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