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SAÚDE

Vacina brasileira contra a dengue mantém eficácia por até 5 anos

Estudo do Butantan mostra proteção de 80% contra casos graves Um novo estudo publicado pelo Instituto Butantan mostrou que a vacina brasileira contra a dengue permanece eficaz por pelo menos cinco anos após a aplicação.  O imunizante Butantan-DV foi aprovado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) em novembro do ano passado e já começou a ser aplicado em profissionais de saúde de diversas partes do país. Durante esse período nenhuma pessoa vacinada apresentou dengue severa, nem precisou de hospitalização por causa da doença. Com isso, a eficácia da vacina contra as formas graves da doença ou a infecção acompanhada de sinais de alerta ficou em 80,5%. A diretora médica do Butantan, Fernanda Boulos, explica que esse resultado é positivo não somente por confirmar a eficácia da vacina, mas por demonstrar a eficiência do esquema de dose única. A vacina produzida pelo Instituto é a primeira do mundo contra a dengue aplicada em apenas uma dose. “Vacinas que precisam de duas ou mais doses, a gente tem vários dados que mostram que muitas pessoas não voltam pra completar o esquema. Então, essa demonstração de que uma única dose mantém a proteção alta é muito importante. Mas é claro que nós vamos continuar acompanhando, para saber se realmente não vai ser necessário um reforço depois de 10 ou 20 anos”, afirmou. >> Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp Crianças e idosos A eficácia do imunizante contra a dengue, de forma geral, foi um pouco menor, de 65%. Mas o índice sobe para 77,1% entre as pessoas que já contraíram a doença antes de receber o imunizante. Os resultados também apresentaram algumas variações de acordo com a faixa etária, com maior eficácia entre adultos e adolescentes do que entre as crianças. Por essa razão, a Anvisa registrou a Butantan-DV apenas para pessoas de 12 aos 59 anos, apesar da vacina ter sido testada também em crianças, a partir dos 2 anos. “Eles reconhecem que os dados de segurança pra crianças estão corretos, mas como depois de cinco anos, a eficácia entre as crianças cai mais do que entre os adultos, nós precisamos saber se elas vão precisar de reforço”, explicou a diretora médica do Butantan. Fernanda Boulos acrescentou, no entanto, que o Butantan já está planejando, junto com a Anvisa, a realização de um estudo adicional em crianças para embasar a inclusão desse público no esquema de vacinação no futuro. Além disso, o Instituto já está fazendo testes em idosos, em um estudo que deve ter resultados no ano que vem. “O sistema imunológico também passa por um processo de envelhecimento, então é importante entender se os idosos tem a mesma capacidade de gerar resposta imune com a vacina”, explicou. O acompanhamento dos pacientes vai ser feito por um ano, depois os dados serão comparados com os dos adultos, e enviados para a Anvisa para uma possível ampliação do público-alvo. O diretor da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIM), Juarez Cunha, afirma que essa inclusão seria muito importante, considerando que a maior taxa de mortalidade por dengue é verificada entre idosos. Ele ressalta, ainda, os resultados importantes sobre a segurança da vacina apresentados no estudo. “Ele nos mostra que a vacina se mantém protetora por um prazo bastante longo, e é extremamente segura. E esse também é um aspecto fundamental. Qualquer medicação, incluindo vacina, a gente precisa ver como eles vão se comportar com a sua utilização”, complementa. Segurança Primeira vacina 100% nacional contra a dengue, de dose única, desenvolvida pelo Instituto Butantan. – Walterson Rosa/MS O estudo de longo prazo da Butantan-DV foram publicados na quarta-feira (4), na revista Nature Medicine e explica que a vacina foi, de modo geral, bem tolerada e não foram observadas preocupações de segurança a longo prazo.” Eles foram obtidos após o acompanhamento de mais de 16 mil pacientes, sendo que cerca de 10 mil receberam a vacina, e quase 6 mil receberam placebo, para compor um grupo de comparação. “Em termos estratégicos é fundamental que a gente tenha uma pesquisa nacional conseguindo chegar a esses produtos de ponta, eficazes e seguros. Possibilita que a gente consiga abastecer mais fácil o nosso Programa Nacional de Imunizações e também é um ativo de negociação com outros países”, destaca o diretor da SBIM. A diretora médica do Instituto Butantan, Fernanda Boulos, confirma que a prioridade absoluta é abastecer o Sistema Único de Saúde (SUS). Mas, assim que a demanda nacional for suprida, a instituição pública, vinculada ao estado de São Paulo, deve negociar a venda de doses para outros países, especialmente da América Latina, que também tem sofrido com epidemias da doença. Tâmara Freire – Repórter da Agência Brasil Publicado em 06/03/2026 – 12:27 Rio de Janeiro

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“Paz, Equilíbrio e Saúde Mental”: passeata do Janeiro Branco mobiliza Delmiro Gouveia nesta quinta-feira

Evento percorreu as ruas da cidade com dados sobre saúde mental, orientações de especialistas e apresentação emocionante do coral do CAPS. Nesta quinta-feira (15), em Delmiro Gouveia, aconteceu a Passeata do Janeiro Branco. Com o tema ‘Paz, equilíbrio e saúde mental’, o evento reuniu profissionais de saúde, usuários da rede de apoio e a comunidade para conscientizar sobre a importância do cuidado emocional e do autoconhecimento. Durante a caminhada, Valéria, uma das vozes à frente do movimento, apresentou dados estatísticos preocupantes sobre a saúde mental no Brasil, que atualmente ocupa posições alarmantes em rankings de ansiedade e depressão. Ela reforçou que o objetivo da ação é estimular a prevenção. “Não podemos esperar o limite para buscar o cuidado; a atenção diária com o que sentimos é fundamental”, pontuou. A psicóloga Maysa, do projeto Repensar, também participou da ação e fez um alerta necessário sobre o acolhimento. Em sua fala, ela destacou que o primeiro passo para a cura é reconhecer a necessidade de suporte. Maysa lembrou ainda que Delmiro Gouveia possui uma rede de serviços de saúde mental estruturada e pronta para acolher a população de forma gratuita e humanizada. O encerramento da passeata aconteceu em clima de forte comoção. Valéria agradeceu o engajamento de todos e afirmou que o Janeiro Branco é mais do que uma campanha, é um convite para que cada cidadão repense suas prioridades e busque o equilíbrio. Para simbolizar o acolhimento e a superação, o coral do CAPS (Centro de Atenção Psicossocial) realizou uma apresentação musical que emocionou os presentes. Através de canções que falam sobre sentimentos e esperança, os pacientes demonstraram o poder transformador do tratamento e da integração social. A performance serviu como um testemunho vivo de que, com o apoio adequado, é possível superar crises e reencontrar o sentido da vida.

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Aplicação da vacina da dengue do Butantan começará a partir do dia 17

Por editor_portalal7.com.br 7 de janeiro de 2026 Imunização será para público de 15 a 59 anos Agência Brasil Instituto Butantan/Divulgação Na luta contra a dengue, o Sistema Único de Saúde (SUS) vai aplicar a vacina produzida pelo Instituto Butantan, de dose única, em três cidades: Maranguape (CE) e Nova Lima (MG), a partir de 17 de janeiro, e em Botucatu (SP), no dia 18. A ideia é avaliar os resultados com a imunização de pelo menos 50% dos moradores desses municípios. O público-alvo será composto pela população com a faixa etária entre 15 e 59 anos. “Para essa estratégia, será utilizada uma parte das primeiras 1,3 milhão de doses produzidas pelo Instituto Butantan”, afirmou o Ministério da Saúde, em nota. Ampliação O primeiro lote também será destinado aos profissionais da atenção primária, que atuam nas unidades básicas de saúde (UBS). Segundo o ministério, com o aumento da produção de doses, a partir da parceria de transferência de tecnologia entre o Instituto Butantan e a empresa chinesa WuXi Vaccines, a estratégia será gradualmente ampliada para todo o país. A ideia é começar pela população de 59 anos e avançar até o público de 15 anos, conforme a disponibilidade de doses. Atualmente, o SUS oferece a vacina em duas doses (produzida no Japão) para adolescentes de 10 a 14 anos. Eficácia O Instituto Butantan divulgou, nesta semana, que a vacina poderá ajudar a reduzir a quantidade de vírus em pessoas infectadas pelo patógeno, além de manter eficácia contra os diferentes genótipos do vírus circulantes no Brasil. A conclusão surgiu de uma pesquisa tornada pública pela revista The Lancet Regional Health – Americas. Baixas cargas virais provocam, em geral, quadros menos graves. No levantamento, os pesquisadores analisaram amostras de 365 voluntários que tiveram dengue sintomática entre 2016 e 2021 em 14 estados do Brasil. O estudo comparou dados dos grupos de vacinados e o de não vacinados. Segundo a pesquisa, apesar de algumas pessoas terem sido infectadas após a vacinação, a carga viral nos vacinados foi consideravelmente menor do que em participantes não imunizados. Isso, conforme avaliaram os pesquisadores, demonstrou a eficácia da vacina em induzir resposta imune e diminuir a replicação do vírus nas células. A vacina da dengue desenvolvida pelo Instituto Butantan foi aprovada pela Anvisa após análise dos dados de cinco anos de acompanhamento dos 16 mil voluntários participantes do ensaio clínico. No público de 12 a 59 anos, faixa etária indicada pela agência reguladora, o imunizante mostrou 74,7% de eficácia geral e 91,6% de eficácia contra dengue grave e com sinais de alarme.

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Pneumologistas alertam para riscos do uso do vape nas festas de fim de ano

Pneumologista pediátrica Rita Silva – Foto: Cortesia Especialistas temem alta do consumo durante celebrações e reforçam que cigarros eletrônicos trazem danos semelhantes ao cigarro tradicional Com a proximidade das festas de fim de ano e o aumento natural das confraternizações entre amigos e familiares, pneumologistas de todo o país fazem um alerta: o uso do vape pode trazer sérios riscos à saúde — muitos deles ainda pouco conhecidos pela população. A popularização dos cigarros eletrônicos, especialmente em eventos sociais, impulsionada pela ideia de que seriam uma alternativa mais “leve” ou menos prejudicial que o cigarro convencional, preocupa especialistas. Para a pneumologista pediátrica Rita Silva, o cenário exige atenção urgente. “As pessoas estão confundindo liberdade de escolha com segurança. O vape não é inofensivo; ele causa danos rápidos e, em muitos casos, irreversíveis. Já estamos observando impactos pulmonares importantes em jovens com poucos meses de uso, já temos casos de pessoas que tiveram perdas severas da capacidade respiratória”, afirmou. Segundo a médica, a sensação de modernidade e a variedade de sabores acabam atraindo principalmente os mais jovens, que buscam no vape uma forma de socialização. “O apelo visual e o marketing em torno do produto criam a falsa impressão de que é algo seguro. Mas não se enganem: o vape mata tanto quanto o cigarro convencional”, reforçou Rita Silva. A médica lembra que estudos recentes já apontam que o aerossol liberado pelos dispositivos contém substâncias tóxicas capazes de causar inflamação pulmonar, irritação nas vias aéreas e maior predisposição a doenças respiratórias. Em um período tão curto de popularização, os médicos já registram quadros graves associados ao uso contínuo. ESCOLHA PERIGOSA Durante as festas de fim de ano, quando o consumo tende a aumentar devido ao clima de descontração e à sensação de permissividade, a orientação dos especialistas é clara: cautela. “Não se trata de proibir a diversão ou os encontros, mas de lembrar que escolhas feitas hoje podem trazer consequências sérias no amanhã”, diz a pneumologista. O alerta da médica reforça ainda a necessidade de informação e conscientização, especialmente entre adolescentes e jovens adultos, que compõem a parcela mais exposta aos riscos do vape. “São substâncias tóxicas, muitas vezes desconhecidas, aromatizadas, e que colocam em risco a saúde dos usuários”, acrescentou. Gratta Comunicação

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Samu atende vítimas de acidente com um morto e três feridos em Porto de Pedras

Colisão ocorreu neste sábado (29), na AL-465, mobilizando recursos avançados, incluindo helicóptero e equipes do Corpo de Bombeiros Acidente também mobilizou aeronave de resgate do Samu  Samu Arnaldo Santtos / Ascom Samu Uma grave colisão entre duas motocicletas e um carro deixou um morto e três pessoas feridas na manhã deste sábado (29), em trecho da rodovia AL-465, em Porto de Pedras, sentido Porto Calvo. Os feridos foram socorridos pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) para o Hospital Regional do Norte (HRN). Um jovem de 30 anos morreu. Ele ficou com o corpo comprimido entre o tanque de combustível do veículo e o asfalto. A ocorrência foi registrada às 7h19, pela Central de Regulação das Urgências (CRU). Diante da complexidade do cenário, o médico regulador acionou imediatamente recursos avançados do Samu: um helicóptero do Departamento de Aviação de Alagoas (DEA), que faz parte do Programa Salva Mais do Governo do Estado, e duas equipes de Unidades de Suporte Básico (USB), além de viaturas do Corpo de Bombeiros Militar de Alagoas (CBMAL). A operação de resgate foi coordenada pela equipe da CRU. As pessoas feridas, uma do sexo feminino, de 38 anos, e outra do sexo masculino, também 38 anos, estavam conscientes e estáveis. A passageira de uma das motocicletas e que usava capacete, foi encontrada deitada deitada de costas na pista, com queixas de dor no ombro direito, escoriações e provável fratura do antebraço esquerdo com sinais vitais estáveis. Ela foi conduzida ao HRN após receber imobilização e suporte médico no local. Já a vítima do sexo masculino, condutor de uma das motos e que não usava capacete, apresentava fratura na perna esquerda e dor nas costas, do lado direito. Seu estado geral clínico era estável, sendo conduzido à unidade hospitalar após receber suporte ventilatório e imobilização. A outra vitima do sexo masculino, de 30 anos, já estava sem sinais vitais quando a equipe do Samu chegou ao local. Segundo o relatório médico, ele apresentava sinais de asfixia e trauma cranioencefálico (TCE), com cabeça, tórax e abdome severamente comprimidos. O óbito foi confirmado no local, antes da chegada dos socorristas. O Corpo de Bombeiros executou o resgate do corpo do homem que morreu enquanto equipes do Samu mantinham os protocolos de estabilização das demais vítimas. A via foi interditada por cerca de duas horas para preservação do local e conclusão dos trabalhos de perícia. Uso do capacete O episódio reforça a importância do uso correto do capacete no trânsito, especialmente em rodovias com alta velocidade como a AL-465. “Esse acidente reflete uma realidade que enfrentamos diariamente: que pode ter sido a combinação de imprudência, velocidade e falta de uso de equipamentos de segurança gera consequências trágicas. O capacete salva vidas — e fez a diferença entre a vida e a morte para uma das vítimas”, destacou a coordenadora-geral do Samu em Alagoas, Beatriz Santana. “Dirigir ou pilotar exige atenção constante. Um segundo de distração pode mudar vidas para sempre. Usar capacete, respeitar os limites de velocidade e não pilotar sob efeito de álcool ou cansaço são atitudes simples, mas essenciais”, concluiu Beatriz. O corpo da vítima em óbito foi levado ao Instituto Médico Legal (IML) de Maceió para os procedimentos legais. As demais vítimas permanecem em observação no HRN, com previsão de alta nas próximas 48 horas. Em caso de acidentes sua ligação pode salvar uma vida. Em emergências, disque 192.

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Anvisa assina termo de compromisso para a vacina da dengue do Butantan

Acordo vai ser assinado hoje Agência Brasil Foto: BUTANTAN A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) assina nesta quarta-feira (26) com o Instituto Butantan um Termo de Compromisso para estudos e monitoramento da vacina da dengue. Segundo a Assessoria de Comunicação Social do governo federal, a assinatura deste termo é a última etapa que falta para o registro da vacina. No início de novembro já havia a previsão de aprovação da vacina da dengue do Butantã pela Anvisa. Daniel Pereira, diretor do órgão, explicou à Agência Brasil que “a vacina de dengue do Butantan é um processo prioritário para a agência”. Ele explicou que a análise do imunizante demandou “muitas horas” de discussão técnica com especialistas externos que apoiaram. O anúncio oficial do acordo entre a Anvisa e o Instituto Butantan será feito nesta quarta.

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Saúde Bucal de Maceió reforça cuidados integrais à população

Atualmente, 68 das 74 unidades de saúde da capital oferecem atendimento odontológico Nesttor Netto/Ascom SMS    Foto: Secom Maceió A Secretaria de Saúde de Maceió(SMS), por meio da Coordenação Geral de Saúde Bucal, tem fortalecido as ações de promoção da saúde e cuidado integral da população com diversas ações e campanhas, em escolas, unidades e comunidades. Uma dessas campanhas é a Semana Nacional de Prevenção do Câncer Bucal, celebrada de 01 a 07 de novembro, que tem o objetivo de promover a conscientização sobre a doença e alertar sobre seus sinais e sintomas.  Atualmente, 68 das 74 unidades de saúde da capital oferecem atendimento odontológico, o que reforça o compromisso e a acessibilidade do serviço. No PAM Salgadinho, os atendimentos realizados no bloco F incluem ações de promoção e prevenção, além de diagnósticos e possíveis tratamentos de câncer de cabeça e pescoço, ampliando o acesso da população a cuidados especializados. Ducy Lily Farias, coordenadora geral de Saúde Bucal destaca a importância desse período de prevenção.  “A Semana de Prevenção é um momento importante para reforçar a educação em saúde e aproximar o serviço da comunidade. Quanto mais cedo o câncer bucal é identificado, maiores são as chances de cura e melhor a qualidade de vida do paciente”, ressaltou. Ainda de acordo com a profissional, o fortalecimento dos serviços odontológicos especializados representa um avanço importante no cuidado integral. “O Pam Salgadinho contava com sete consultórios odontológicos e hoje já temos mais de onze instalados, funcionando no bloco F. É muito importante oferecer ao usuário todas as especialidades odontológicas para garantir o cuidado integral ao paciente, como preconiza o Ministério da Saúde na Política Nacional de Saúde Bucal e nos princípios do SUS, assegurando o acesso gratuito de qualidade”, destacou.

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Vacina contra bronquiolite chega ao SUS e representa um avanço na proteção das crianças

Pneumologista infantil Rita Silva – Foto: Assessoria Pneumologista explica detalhes sobre o novo aliado na luta contra doenças respiratórias graves A chegada da vacina contra a bronquiolite ao Sistema Único de Saúde (SUS) marca um importante avanço na saúde infantil do país. A nova imunização, voltada especialmente para proteger bebês e crianças pequenas contra o vírus sincicial respiratório (VSR) — principal causador da bronquiolite — promete reduzir internações e complicações respiratórias que preocupam famílias e profissionais da saúde. A bronquiolite é uma infecção que atinge as vias respiratórias inferiores, sendo mais comum em bebês de até dois anos de idade. O vírus sincicial respiratório é o maior responsável por casos graves que levam à hospitalização, especialmente em prematuros e crianças com doenças cardíacas ou pulmonares pré-existentes. Segundo a pneumologista infantil Rita Silva, a introdução da vacina representa um marco na prevenção das doenças respiratórias mais graves na infância. “Durante o outono e o inverno, observamos um aumento significativo dos casos de bronquiolite. Muitos bebês chegam aos hospitais com dificuldades respiratórias, necessitando de oxigênio e até internação em UTI. Ter uma vacina disponível é um avanço que vai salvar vidas”, afirma a especialista. A vacina, que já é utilizada em outros países com resultados expressivos na redução das internações pediátricas, começará a ser aplicada de forma gradual no SUS, priorizando os grupos mais vulneráveis. O Ministério da Saúde pretende incluir a imunização no calendário nacional para bebês dentro da faixa etária definida como de maior risco. Rita Silva explicou ainda que o imunizante atua fortalecendo o sistema imunológico das crianças contra o vírus, diminuindo as chances de infecção grave. “Essa vacina vem somar à importância da prevenção. Assim como a higiene das mãos e o cuidado em evitar ambientes fechados e aglomerações, agora teremos uma ferramenta científica comprovada para reduzir o impacto da bronquiolite na saúde infantil”, ressaltou. Além de proteger diretamente as crianças, a nova vacina também trará reflexos positivos para o sistema de saúde. Com menos internações por infecções respiratórias, os hospitais poderão direcionar recursos para outras demandas pediátricas e emergenciais. “A pneumologia infantil ganha um aliado poderoso. A vacinação vai ajudar a quebrar o ciclo de infecção e reduzir o sofrimento de milhares de famílias. É uma conquista para todos que lutam pela saúde das nossas crianças”, conclui Rita Silva.

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Dra. Eudócia representa o Senado Brasileiro em missão internacional sobre inovação em saúde e combate ao câncer

Foto: Assessoria A senadora Dra. Eudócia (PL–AL) irá representar o poder Legislativo brasileiro em missão oficial ao Reino Unido e à Rússia para tratar de cooperação internacional na área da saúde. A iniciativa tem como foco o intercâmbio de experiências sobre políticas públicas, inovação e o desenvolvimento de tecnologias voltadas ao enfrentamento do câncer, segunda principal causa de morte no Brasil e a maior no Reino Unido. A missão integra as ações do Senado Federal voltadas à diplomacia científica e à articulação de parcerias estratégicas com outros países. No Reino Unido, a senadora cumprirá agenda em instituições de referência como as universidades de Oxford e Cambridge, reconhecidas pelos estudos sobre vacinas personalizadas contra o câncer. A parlamentar também visitará as farmacêuticas AstraZeneca e GSK, que mantêm cooperação com o governo britânico em pesquisas na área de biotecnologia e medicina de precisão. Durante o trabalho, Dra. Eudócia conhecerá o funcionamento do NHS (Serviço Nacional de Saúde Britânico), que desenvolve um programa pioneiro para testar 10 mil vacinas contra o câncer em pacientes do sistema público até 2030. A senadora também se reunirá com representantes da MHRA, agência reguladora responsável pela análise e aprovação de novas tecnologias e terapias no Reino Unido, com o intuito de compreender o modelo britânico de regulação e incorporação de inovações em saúde. Na Rússia, a agenda inclui visitas a centros de pesquisa e desenvolvimento de biotecnologia, com destaque para o Instituto Gamaleya, responsável pela criação de uma vacina oncológica que será aplicada em pacientes ainda neste mês. A senadora pretende acompanhar de perto os avanços dessa iniciativa e discutir possibilidades de cooperação científica e tecnológica entre Brasil e Rússia. Segundo Dra. Eudócia, a troca de experiências com instituições estrangeiras tem potencial para gerar impactos diretos no fortalecimento das políticas públicas de saúde brasileiras. “O compartilhamento de conhecimento e a transferência de tecnologias são fundamentais para garantir que o Brasil avance na produção de vacinas, no acesso a terapias inovadoras e na melhoria do atendimento à população”, afirmou. Entre os benefícios esperados estão o aprimoramento dos processos de regulação e incorporação tecnológica no SUS, a capacitação de profissionais da rede oncológica e o incentivo à produção nacional de medicamentos. A missão também deve contribuir para a formulação de políticas que integrem ciência, inovação e gestão pública na construção de um sistema de saúde mais moderno e eficiente.

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Cárie pode afetar o coração? Em Maceió, hospital realiza triagem odontológica em crianças com problemas cardíacos ; veja por quê

Foto: Assessoria Antes de qualquer procedimento cirúrgico, os pacientes do Hospital do Coração Alagoano, em Maceió, passam por uma avaliação odontológica completa. A medida é essencial para evitar complicações durante o tratamento, já que infecções bucais podem representar sérios riscos à saúde do coração. Um dos pacientes acompanhados pela equipe é o pequeno Rhuan Levi Sena da Conceição, de 6 anos, que chegou ao ambulatório cheio de curiosidade e sorrisos. Diagnosticado com uma cardiopatia ainda durante a gestação, aos sete meses de gravidez da mãe, Roberta da Conceição, Rhuan recebe acompanhamento regular no Hospital do Coração Alagoano e também foi avaliado pela equipe de odontologia antes de sua cirurgia. “Rhuan é acompanhado por uma equipe muito cuidadosa. Fiquei tranquila ao saber que a dentista também iria avaliar ele, porque entendi que tudo está interligado. A saúde da boca influencia no coração”, relatou Roberta da Conceição, a mãe do paciente. Entre risadas e espontaneidade, o pequeno Rhuan fez questão de elogiar a dentista. “A tia é muito legal! Ela me ensinou a escovar direitinho e disse que, se eu cuidar dos meus dentes, vou ficar forte igual um super-herói!”, relatou, orgulhoso. Cuidado Fundamental Lídia Lisboa, odontopediatra no Hospital do Coração Alagoano, explica que o cuidado bucal é parte fundamental da segurança dos pacientes cardiopatas. “A saúde começa pela boca. Existem bactérias que têm livre acesso pela boca e podem causar endocardite bacteriana, uma infecção grave que atinge o coração. Por isso, qualquer foco de infecção – como cárie, obturação caída ou cavidade aberta – precisa ser tratado antes da cirurgia”, orienta a especialista. A odontopediatra no Hospital do Coração Alagoano reforça também a importância da prevenção. “Uma alimentação equilibrada, com menos doces, e a escovação correta, especialmente antes de dormir, são medidas simples que fazem toda a diferença na saúde das crianças. Cuidar dos dentes é cuidar do corpo inteiro”, destaca. *Com Assessoria

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