Cidadania Alagoas

Exposição no Complexo da Maré destaca estética dos bailes de favela

Thais Valencio/ Divulgação Trabalhos são de artistas que vivem em comunidades periféricas do Rio Share on WhatsApp Share on Facebook Share on Twitter Share on Linkedin Publicado em 12/08/2023 – 17:40 Por Rafael Cardoso – Repórter da Agência Brasil – Rio de Janeiro ouvir: Bailes de favela são o tema da exposição Pista Ritmo Fluxo, que estreia hoje (12) no Galpão Bela Maré, espaço cultural na favela Nova Holanda, Complexo da Maré, no Rio de Janeiro. A mostra apresenta pinturas, fotografias e instalações produzidas por artistas de comunidades periféricas do Rio de Janeiro. A iniciativa é coordenada pelo Observatório de Favelas, organização da sociedade civil que defende políticas públicas e direitos às populações de favelas. Durante três meses, os artistas participaram de uma residência-formativa na Escola Livre de Artes (ELÃ). Nos encontros, eles estudaram a estética dos bailes, com ênfase nos aspectos culturais e políticos. Nesse período, foi prepara e montada a exposição. E o público em geral teve a oportunidade de participar de uma Aula Baile aberta. 12/08/2023, Exposição no Complexo da Maré destaca estética dos bailes de favela. Foto: Thais Valencio/ Divulgação – Thais Valencio/ Divulgação Os artistas residentes que expõem trabalhos nessa edição do projeto são: Agatha Maria, Aline Peres, Bruno Lyfe, Ciana, Guilherme Kid, Idra Maria, Joelington Rios, Malvo, Mapô, Mayra, Melissa de Oliveira, Myllena Araujo, Preta QueenB Rull, Roberta Holiday e Tainan Cabral. Todos de origem favelada e periférica. A curadoria da exposição é de Jean Carlos Azuos. A parte pedagógica ficou sob responsabilidade da coordenadora Natália Nichols. Ela destacou a importância do intercâmbio cultural entre os participantes e da diversidade de experiências artísticas. “A mostra celebra essa cena artística que nasce com o desejo de exaltar referências culturais que vem das favelas e periferias. Será possível ver trabalhos em diversos suportes e influências como pintura, fotografia e instalação. A exposição é fruto desta experiência artístico-pedagógica e também foi pensada coletivamente pelo grupo”, disse Natália Nichols. No evento de lançamento da exposição, se apresentam a multiartista e pesquisadora de som Ciana, com participações de Preta QueenB Rull (cantor, compositor, ator, criador de conteúdos e drag queen) e Mother Idra Maria (performer, figurinista e artista cênica). Elas vão trazer um pouco da cultura ballroom, bailes voltados tradicionalmente para a população afro-americana e latina LGBTQ+. Também estão previstas participações dos DJ Glau e DJ Onírica, e do Batekoo DJ Set (movimento de artistas negros, periféricos e LGBTQ+). A Escola Livre de Artes (ELÃ) existe desde 2019 e tem apoio do Ministério da Cultura. E conta com patrocínio do Instituto Cultural Vale, Itaú Unibanco e White Martins, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura. Serviço Exposição Coletiva PISTA RITMO FLUXO Local: Galpão Bela Maré. Rua Bittencourt Sampaio, 169, Maré, Rio de Janeiro – RJ. Abertura: Dia 12/08, a partir das 15h Visitação: Até 14/10, de terça-feira a sábados, das 10h às 18h Entrada gratuita Edição: Aécio Amado Fonte: Agência brasil

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Indígenas apresentam cultura e bandeiras de luta em feira no Rio

Fernando Frazão/Agência Brasil Pelo menos 25 etnias de várias regiões do Brasil participam de evento Share on WhatsApp Share on Facebook Share on Twitter Share on Linkedin Publicado em 12/08/2023 – 18:34 Por Rafael Cardoso – Repórter da Agência Brasil – Rio de Janeiro ouvir: A barraca de Tereza Arapium – artesã e militante indígena – tem cestos, chapéus e uma série de itens decorativos feitos a partir de materiais encontrados na natureza. Mais precisamente nos arredores da Aldeia Andirá, às margens do Rio Arapiuns, na Amazônia paraense. Folhas do tucumã, um tipo de palmeira, viram a palha que é a base do artesanato. As cores e os grafismos são feitos com tintas obtidas em frutas como o jenipapo e o urucum. O artesanato chama a atenção pela beleza e pela sustentabilidade, uma vez que não tem nenhum produto químico e a colheita da matéria-prima respeita os ciclos naturais. Por trás de todo esse trabalho, também há uma sabedoria ancestral, de mais de 200 anos, que ajuda a divulgar as bandeiras de luta do povo indígena. “Não se trata aqui só de vender o artesanato do meu povo, mas de tornar mais conhecida a cultura das mulheres indígenas da floresta que são invisibilizadas. Que vivem em lugares onde as políticas públicas não chegam. Isso aqui é uma fonte de renda, que elas usam para sustentar a família. A arte é uma forma de falar da devastação ambiental e da Amazônia. Quando alguém desmata a floresta, destrói toda essa matéria-prima. E destrói a nossa cultura. E um povo sem cultura, é um povo sem história”, disse Tereza Arapium. Rio de Janeiro (RJ), 12/08/2023 – Dia Internacional dos Povos Indígenas é celebrado com feira de artesanato no Parque Lage. Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil – Fernando Frazão/Agência Brasil Outros representantes de povos indígenas também apresentam elementos da cultura e as principais bandeiras de luta na feira que ocorre neste sábado (12) e amanhã (13) no Parque Lage, no Jardim Botânico, bairro da zona sul do Rio de Janeiro. O evento é parte das celebrações pelo Dia Internacional dos Povos Indígenas, cuja data oficial foi 9 de agosto. É organizado pela Associação Indígena Aldeia Maracanã (AIAM), com o apoio institucional da EAV Escola de Artes Visuais e da Secretaria Estadual de Cultura e Economia Criativa do Rio de Janeiro. A estimativa é que participam mais de 350 indígenas de pelo menos 25 etnias de todo o Brasil. São elas: Guarani, Pataxó, Puri, Fulni-ô, Tukano, Kaingang, Guajajara, Ashaninka, Tikuna, Tupinambá, Baniwa, Waurá, Kamayurá, Kayapó, Mehinako, Pankararu, Kariri-Xocó, Karajá, Potiguara, Sateré Mawé, Bororo, Kadiwéu, Kambeba, Ananbé, Kichua e Goitacá. Além do artesanato, há espaço para cânticos e danças tradicionais, narração de histórias, pintura corporal do público, rodas de conversa e debates. Marize Guarani, que é a coordenadora do evento, explica que existe um propósito para além do comércio e das apresentações culturais. A feira assume também uma função pedagógica e ajuda a mobilizar pessoas de outras etnias para as causas indígenas. “Nosso principal objetivo sempre foi descontruir os estereótipos. Somos pluriétnicos e multiculturais. Estamos aqui lutando para que as pessoas entendam que merecemos respeito. Temos nossas tecnologias e nossos saberes como qualquer outro povo. Mas continuamos sendo vistos como povos que vivem isolados na aldeia. Quando chamamos as pessoas nessas feiras, é para que estejam conosco, valorizem a nossa cultura e lutem junto conosco. Porque lutamos pela floresta, pelos animais, por tudo aquilo que é fundamental para a humanidade e o planeta”, diz Marize Guarani, que também é presidente da Associação Indígena Aldeia Maracanã e professora de História. Rio de Janeiro (RJ), 12/08/2023 – Dia Internacional dos Povos Indígenas é celebrado com feira de artesanato no Parque Lage. Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil – Fernando Frazão/Agência Brasil O cacique Arassari Pataxó, líder indígena da Aldeia Tatuí Pataxó, no sul da Bahia, reforçou a necessidade de diálogo com a população dos espaços urbanos. Ele participou dos conflitos na Aldeia Maracanã em 2013, quando forças do estado fizeram uma reintegração de posse violenta do terreno contra ocupantes indígenas. Parte do grupo deixou o local e outra permanece até hoje. O governo estadual prometeu restaurar o prédio e criar um Centro de Referência da Cultura dos Povos Indígenas, mas o projeto ainda não saiu do papel. Segundo Arassari, o engajamento da população com as causas indígenas vai aumentar à medida que haja mais trocas de conhecimento. “Nossas principais riquezas são a nossa tradição e a nossa cultura. Se perdermos isso, nós não seremos ninguém. E a sociedade brasileira, especialmente a carioca, perdeu o convívio com os nativos do Brasil”, disse o cacique. “Mudamos um pouco a nossa estratégia de luta. Queremos investir mais em práticas pedagógicas. Além de trazer visibilidade para os povos originários, apresentar conhecimentos e descolonizar toda uma história mal contada e as mentiras impregnadas na sociedade sobre os povos indígenas”. Serviço Evento: Dia Internacional dos Povos Indígenas 2023 Local: Parque Lage. Rua Jardim Botânico, 414. Rio de Janeiro Data: 12 e 13 de agosto Horário: das 9h às 17h30 Entrada gratuita Edição: Aécio Amado

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Diesel pode faltar em postos de Alagoas após distribuidoras restringirem venda de combustível

Foto: Agência Brasil/Fernando Frazão A nova política de valores da Petrobras e a defasagem do preço dos combustíveis podem dificultar o abastecimento do diesel em Alagoas e em outros 20 estados. Conforme cálculos do setor, divulgado primeiramente no site Estadão, a defasagem do preço dos combustíveis chegou a 26%, tornando a importação do produto inviável para as distribuidoras e limitando a venda do diesel para o mercado interno. Segundo informações, algumas distribuidoras começaram a colocar restrições na venda de diesel e o combustível pode faltar para o consumidor alagoano. O diretor de Logística, Comercialização e Mercados da Petrobras, Claudio Schlosser, descartou, em entrevista ao jornal Valor Econômico, qualquer problema de abastecimento de diesel, principalmente o S10, no País. Segundo o executivo, os volumes importados para agosto já foram fechados e, no momento, está sendo planejada a importação de setembro. “Não há risco de desabastecimento, não trabalhamos com esse cenário”, disse Schlosser. Por: ANH/AL

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Atenção: Mutirão para renegociar dívidas termina nesta sexta-feira dia 11 de Agosto

Imagem: Google   Brasileiros com contas atrasadas, de qualquer natureza ou valor e independentemente da renda, têm até esta sexta-feira dia 11 de Agosto para recorrer a órgãos de defesa do consumidor de estados e municípios a fim de negociar suas dívidas. Coordenado pela Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon) e batizado de Renegocia! o mutirão nacional começou em 24 de julho e tem como objetivo auxiliar cidadãos em dificuldades financeiras antes que as dívidas superem suas capacidades de pagamento. Em nota, o Ministério da Justiça e Segurança Pública informou que um dos principais enfoques do mutirão é a prevenção do superendividamento, com a garantia do mínimo existencial. Em junho, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva editou decreto que aumenta de R$ 303 para R$ 600 o valor do mínimo existencial, quantia de renda protegida por lei em casos de superendividamento. “O Renegocia! é uma iniciativa que visa criar um ambiente favorável para que consumidores com dívidas em excesso possam renegociá-las de maneira acessível e buscar soluções para sair dessa situação. O mutirão não se limita apenas a dívidas bancárias, mas abrange também outros tipos de débito, como dívidas com o varejo. Estão excluídas das negociações dívidas com pensão alimentícia, crédito rural e imobiliário”, destacou a pasta. Quem pode participar Apesar de ter como foco principal a prevenção do superendividamento, qualquer consumidor que tenha dívidas em atraso pode participar da ação. Não há limites nos valores das dívidas, nem de renda. Como participar Para participar do mutirão, os consumidores interessados devem procurar os órgãos de defesa do consumidor (Procons, Ministério Público, Defensoria Pública e associações de defesa do consumidor) mais próximos da sua localidade. É possível também utilizar o portal consumidor.gov.br para a negociação das dívidas. Por: Elialdo Hora ANH/Redação

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Servidores federais e governo não têm acordo para reajuste de 2024

Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil   A reunião entre o Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI) e representantes de servidores públicos federais, para tratar da Campanha Salarial de 2024, terminou sem consenso. O encontro aconteceu na tarde desta quinta-feira (10), na sede do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit), em Brasília. Esta é terceira reunião do ano com a Mesa Nacional de Negociação Permanente, que foi reinstalada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em fevereiro. As duas primeiras reuniões sobre o tema foram realizadas nos dias 11 e 25 de julho, em Brasília. A bancada sindical acusa o governo federal de vincular a proposta de reajuste à aprovação do arcabouço fiscal e, com isso, paralisar as negociações. O projeto está na Câmara dos Deputados, para onde voltou após ser aprovado no Senado e sofrer alterações. Os deputados têm até 31 de agosto – data limite para votação da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) – para votar o texto. A Federação Nacional de Sindicatos de Trabalhadores em Saúde, Trabalho, Previdência e Assistência Social (Fenasps) entende que devido aos limites previstos no arcabouço fiscal, o futuro da negociação ainda está indefinido. Após o encontro, a Fenasps divulgou nota à imprensa sobre a resposta do governo. “Esta decisão do governo representa uma frustração para o conjunto dos servidores federais que aguardam há muito tempo para terem reajuste salarial e correção nos benefícios sociais como Saúde e auxílio-alimentação”. Na reunião desta quinta-feira, o governo federal foi representado pelas Secretarias de Gestão de Pessoas (SGP) e de Relações de Trabalho (SRT), ambas do Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos. Procurado, o Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos não se manifestou sobre a negociação com os servidores até o fechamento desta reportagem. Não há data para uma nova reunião da Mesa Nacional de Negociação Permanente e a continuidade das negociações. Com informações da Agência Brasil Por: redação ANH/AL

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Especialistas dizem que linguagem rebuscada dificulta acesso à Justiça

Foto: Marcello Casal/Agência Brasil   Em 1827, teve início a história formal do ensino jurídico no Brasil, com a edição do decreto que criou cursos de direito em São Paulo e em Olinda, Pernambuco, por meio de uma lei de 11 de agosto daquele ano. A criação das faculdades foi necessária porque, depois da Independência do país, em 1822, foi preciso haver brasileiros com conhecimento nesta área. Desde então, muita coisa mudou no país, que, de monarquista, passou a ser república. A linguagem jurídica, entretanto, não se descolou do passado e continua usando termos rebuscados e de difícil entendimento para o cidadão leigo. Pensando em auxiliar na mudança dessa situação, a advogada, escritora e jornalista Ivy Farias, que também é autora de Escrever Direito: Manual de Escrita Criativa Para Carreiras Jurídicas, vai ministrar nas seccionais da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e de Mato Grosso um curso inédito para “ensinar” os profissionais da área a simplificar a linguagem. A ideia é trocar o “juridiquês” por uma linguagem que seja compreendida por qualquer pessoa. “O Brasil mantém uma forte tradição portuguesa, colonialista, no direito. Então, o primeiro ponto é entender que estamos reproduzindo, em vez de produzindo, muitas vezes sem refletir. Hoje nós lemos mais, mas compreendemos menos, e há uma série de conteúdos que não existiam décadas atrás. A atenção é dispersa. Então, tudo que é feito para economizar o tempo de quem lê é bem-vindo”, diz Ivy. Com informações da Agência Brasil Por: redação ANH/AL

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Aprovação de Ziane Costa bate recorde e chega a 90%, diz pesquisa

A prefeita da cidade de Delmiro Gouveia, no Alto Sertão Alagoano, Ziane Costa (MDB), vem alcançando cada vez mais o reconhecimento da população do município pela administração séria que vem realizando. Sempre presente, a prefeita faz questão de acompanhar todas as ações da sua gestão. Recentemente, consolidou o Pedra Fest como o maior São João fora de época do Sertão Alagoano, entregou obras importantes que estavam abandonadas, como duas creches e um dos mais modernos ginásios poliesportivos da região. Outra marca de Ziane Costa é manter os pagamentos dos servidores e fornecedores rigorosamente em dia, ação que aquece a economia local e fortalece o comércio que em outros tempos sofreu com o atraso na folha de pagamento. No social a prefeita além de fortalecer todos os programas sociais, já distribuiu mais de 20 mil cestas alimentares, trouxe de volta o programa do leite e tem levado capacitação e formação para diversas entidades, jovens e mulheres para o mercado de trabalho. Como resultado do trabalho que vem desempenhando frente ao executivo municipal, Ziane Costa alcançou no mês de agosto 90% de aprovação da sua gestão, sendo uma das maiores aprovações do estado de Alagoas. “Este resultado apenas me motiva a continuar trabalhando para melhorar a vida das pessoas. Nos próximos dias, vamos retomar e acelerar a conclusão de obras importantes para a cidade e povoados. Já iniciamos a reforma e cobertura de todas as quadras e vamos cuidar das nossas escolas com a construção de novas unidades de ensino e reformas de verdade,” destacou Ziane Costa. A pesquisa foi realizada pelo Instituto IBRAPE no início do mês de agosto e contou com a participação de 800 entrevistados. Questionados se aprovam ou desaprovam a maneira como a prefeita Ziane Costa vem administrando a cidade, 90% responderam que aprovam, 9% desaprovam e 1% não opinaram.

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Comissão mista aprova MP do reajuste salarial dos servidores federais

A comissão mista que analisa a Medida Provisória (MP) 1.170/23, que trata do reajuste salarial dos servidores públicos federais, aprovou nesta quarta-feira (9) o parecer da relatora, deputada Alice Portugal (PCdoB-BA). O texto vai agora para votação no plenário da Câmara e depois para o Senado. A deputada manteve a versão atual da MP, que prevê reajuste salarial de 9% para todos os empregados e servidores da administração pública federal, incluindo aposentados e pensionistas. A MP está em vigor e, com isso, os servidores estão recebendo remuneração maior desde junho. A relatora rejeitou emendas apresentadas por parlamentares, justificando que iriam provocar maior despesa pública. No parecer, Alice Portugal ampliou a margem de financiamento consignável dos servidores federais. Se o trecho for mantido nas votações em plenário da Câmara e do Senado, os servidores poderão usar até 45% do salário para contratação de empréstimos. Atualmente, a margem é de 35%. “Recebemos inúmeras manifestações de servidores solicitando nova modulação da margem consignável e, tendo em vista que, por diversos fatores, é elevado o número de servidores que necessitam tomar o crédito, que possui taxa de juros inferior às demais formas de crédito direto”, disse a relatora. Com informações da Agência de Notícias da Câmara  Por: redação ANH:AL

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Repasse do pagamento do piso da enfermagem será feito até 21 de agosto

Brasília (DF) – Supremo Tribunal Federal (STF) dará continuidade ao julgamento a lei que obriga hospitais a criarem uma sala de descompressão para enfermeiros, técnicos e auxiliares de enfermagem. Foto: Pedro Ventura/Agência Brasília/Divulgaçāo. O Ministério da Saúde informou nesta quarta-feira (9) que o primeiro repasse complementar aos estados e municípios para o pagamento do piso nacional da enfermagem será feito até o dia 21 deste mês. De acordo com a pasta, o calendário de repasses foi acertado com estados, municípios e o Distrito Federal. Os profissionais (federais, estaduais, municipais e do Distrito Federal) irão receber nove parcelas em 2023, com valores retroativos a maio e o 13º salário. Para o pagamento do piso, o governo federal destinará R$ 7,3 bilhões. No início de agosto, foram pagos aos servidores federais da categoria de enfermagem os valores complementares dos meses de maio e junho e a parcela de julho. A pasta informou que as demais parcelas serão pagas até dezembro, bem como o 13º salário. “De acordo com as orientações da Advocacia-Geral da União (AGU), o cálculo do piso será aplicado considerando o vencimento básico e as gratificações de caráter geral, fixas e permanentes, não incluídas as de cunho pessoal”, informou em nota o Ministério da Saúde. Entenda Em maio, o ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal (STF), liberou o pagamento do piso nacional da enfermagem após o presidente Luiz Inácio Lula da Silva ter sancionado a abertura de crédito especial de R$ 7,3 bilhões para o pagamento do piso. Até então, o novo piso nacional, definido pela Lei nº 14.434, estava suspenso, desde setembro de 2022, por decisão do próprio Barroso, até que os entes públicos e privados da área da saúde esclarecessem o impacto financeiro. Segundo os estados, o impacto nas contas locais é de R$ 10,5 bilhões e não há recursos para suplementar o pagamento. Na nova decisão, Barroso determinou que estados, Distrito Federal e municípios, bem como às entidades privadas que atendam, no mínimo, 60% de seus pacientes pelo Sistema Único de Saúde (SUS), a obrigatoriedade de implementação do piso nacional só existe no limite dos recursos recebidos por meio da assistência financeira prestada pela União para essa finalidade. Com informações da Agência Brasil Por: redação ANH/AL

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Câmara aprova reformulação da Lei de Cotas; texto segue para o Senado

Arquivo Agência Brasil   A Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira (9) o projeto que reformula a Lei de Cotas. Pela lei atual, as cotas nas universidades federais devem ser revistas a cada dez anos, prazo completado no ano passado. O texto (PL 5384/20) segue para votação no Senado. Os deputados federais aprovaram o substitutivo da relatora, deputada Dandara (PT-MG). O projeto original é de autoria da deputada Maria do Rosário (PT-RS). Entre as mudanças aprovadas está a redução da renda familiar per capita para ingresso de aluno da rede pública nas cotas, passando de 1,5 salário mínimo para um salário mínimo por pessoa. O texto aprovado também prevê a inclusão de quilombolas no sistema de cotas. Conforme o substitutivo, os cotistas concorrerão às vagas gerais, e não mais somente às vagas estipuladas para os subgrupos (pretos, pardos, indígenas). Se não alcançarem a nota para ingresso na universidade, a nota, então, será usada para concorrência às vagas reservadas ao subgrupo dentro da cota global de 50%. Além disso, a lei continuará a ser avaliada a cada década. Resultados Um estudo da Universidade de Stanford, nos Estados Unidos, apontou que a política permitiu que o número de estudantes de escolas públicas brasileiras, no geral, aumentasse 47% nas universidades federais e o número de estudantes negros de escolas públicas crescesse 73%. Publicada em 2012, a lei 12.711/12 reserva 50% das vagas nas universidades e institutos federais de ensino técnico para alunos de ensino médio das escolas públicas, sendo que metade deve ser preenchida por estudantes de famílias que ganham igual ou abaixo de 1,5 salário mínimo por pessoa, equivalente a R$ 1.818 mensais. A lei atual prevê ainda cotas para estudantes pretos, pardos, indígenas e com deficiência. Com informações da Agência Brasil Por: redação ANH/AL

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