Cidadania Alagoas

JHC toma posse dia 6 de janeiro e deputados estaduais assumem em 1º de fevereiro

Foto: Secom/Maceió JHC e Célia Rocha assumem o Executivo em janeiro; nova legislatura da Assembleia começa em fevereiro Posses acontecerão no plenário da Assembleia Legislativa (Foto: ALE) Posses acontecerão no plenário da Assembleia Legislativa – Foto: Ale O governador eleito de Alagoas, JHC, e a vice-governadora eleita, Célia Rocha, tomarão posse em 6 de janeiro de 2027, conforme a mudança estabelecida pela Emenda Constitucional nº 111/2021. A nova regra passou a valer para os governadores e vice-governadores eleitos a partir das eleições de 2026. Já os deputados estaduais eleitos em 2026 manterão a posse em 1º de fevereiro de 2027, conforme as regras constitucionais para o início da legislatura. Dessa forma, o calendário de início dos novos mandatos ocorrerá em datas diferentes: presidente e vice-presidente da República em 5 de janeiro, governadores e vice-governadores em 6 de janeiro e deputados estaduais em 1º de fevereiro. As cerimônias de posse serão realizadas na Assembleia Legislativa de Alagoas, seguindo o calendário definido pela legislação para os novos mandatos A mudança nas datas de posse foi aprovada pelo Congresso Nacional em 2021 e estabeleceu uma regra de transição: os governadores eleitos em 2022 ainda assumiram em 1º de janeiro de 2023, enquanto os eleitos em 2026 passam a tomar posse em 6 de janeiro de 2027. Em Alagoas, a alteração será aplicada pela primeira vez ao mandato que terá início em 2027.

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Unimed Maceió reúne orientação e atendimento oncológico no mesmo complexo para facilitar acesso ao cuidado

Por Tríade Comunicação O câncer de mama pode se desenvolver sem apresentar sinais nas fases iniciais e ser identificado pela mamografia antes mesmo que um nódulo seja percebido pelo toque. Em Alagoas, o Instituto Nacional de Câncer (INCA) estima 880 novos casos da doença em 2026, sendo 380 em Maceió. Durante o Outubro Rosa, os números reforçam a importância de não esperar o surgimento de sintomas para procurar acompanhamento e manter os exames indicados em dia. Na Unimed Maceió, as beneficiárias contam com uma estrutura voltada ao acompanhamento especializado. Quando há necessidade de cuidado oncológico, a operadora oferece serviço de Oncologia e Centro de Terapia Assistida (CTA), garantindo continuidade do tratamento com equipe especializada e atendimento integrado. Esperar sentir alguma alteração pode significar perder a oportunidade de identificar lesões ainda muito pequenas. Segundo a oncologista Flávia Mota de Alencar, da Unimed Maceió, há uma diferença significativa entre o tamanho das alterações que podem ser percebidas pelo toque e aquelas identificadas por exames de imagem. Para a especialista, um dos equívocos ainda comuns é considerar o autoexame suficiente para o rastreamento. Embora conhecer o próprio corpo seja importante para perceber alterações, a mamografia consegue identificar lesões muito menores e que ainda não são perceptíveis ao toque. “O autoexame normalmente só consegue identificar lesões em torno de 2 cm. No exame físico feito no consultório, às vezes notamos lesões em torno de 1 cm. A mamografia consegue pegar lesões que, em alguns casos, são menores que 0,5 cm. Isso faz muita diferença, porque quanto menor a doença, maior a chance de cura”, explica. A médica destaca que a ausência de sintomas não deve ser usada como motivo para adiar o acompanhamento. “O câncer é uma doença silenciosa e, quando dá sintomas, geralmente já está em uma fase mais avançada. Com os exames em dia, conseguimos diagnosticar de forma inicial, realizar uma cirurgia menos invasiva e aumentar ainda mais a chance de cura”, afirma. Recomendações – A idade indicada para iniciar o rastreamento varia conforme as diretrizes adotadas. Atualmente, o Ministério da Saúde recomenda, como estratégia de rastreamento populacional, a mamografia a cada dois anos para mulheres de 50 a 74 anos. Entre 40 e 49 anos, o exame também pode ser realizado pelo SUS após orientação sobre riscos e benefícios. Já a Sociedade Brasileira de Mastologia (SBM) recomenda a mamografia anual a partir dos 40 anos. Na avaliação individual, Flávia orienta que a decisão considere também o histórico e os fatores de risco de cada mulher. “Se vamos recomendar individualmente para uma paciente, dizemos que ela faça o exame anualmente a partir dos 40 anos”, afirma. A descoberta em fases iniciais também pode modificar o tratamento necessário. Segundo a especialista, tumores menores podem permitir cirurgias menos extensas e, dependendo das características da doença, há casos em que a quimioterapia não é necessária. Quando há indicação de acompanhamento especializado, as beneficiárias da Unimed Maceió contam com o serviço de Oncologia e o Centro de Terapia Assistida (CTA).

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Cabo Bebeto é apontado como nome para a Segurança Pública de Alagoas

Foto: ALE A possibilidade de Cabo Bebeto assumir a Secretaria de Segurança Pública de Alagoas reúne argumentos de peso: experiência na Polícia Militar, atuação parlamentar ligada à segurança e posicionamento firme na defesa dos profissionais da área. Com 16 anos de trajetória na corporação, Bebeto conhece de perto a realidade do trabalho policial. Essa vivência é um diferencial para compreender os desafios da segurança e as necessidades de quem atua diariamente na proteção da população. Uma eventual indicação por Alfredo Gaspar colocaria em destaque um parlamentar cuja trajetória está diretamente ligada à área. À frente da secretaria, Bebeto teria a oportunidade de transformar essa experiência em ações para todo o estado, ampliando sua atuação e sua presença junto aos alagoanos.

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Bets começam a sair do ar nesta terça-feira

De 9 a 14 de outubro bancos deverão devolver saldos remanescentes Pedro Peduzzi – Agência Brasil Os sites e aplicativos de apostas esportivas e jogos online, conhecidos como bets, começam a sair do ar em todo o país nesta terça-feira (6). A medida cumpre o previsto na MP 1.394/2026, que proibiu a exploração, a oferta, a intermediação e a publicidade dessas atividades no Brasil. O prazo para que os usuários retirassem voluntariamente os recursos mantidos nas plataformas terminou às 23h59 de ontem (5). As empresas terão os dias 7 e 8 de outubro para informar às instituições financeiras os saldos remanescentes de seus clientes, vinculados aos respectivos CPFs. De 9 a 14 de outubro, os bancos deverão efetuar a devolução dos valores aos apostadores. Nos casos em que houver impedimento para a restituição dos recursos pelas instituições financeiras, a Caixa Econômica Federal poderá intermediar os pagamentos a partir de 14 de outubro. A medida provisória foi assinada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em 25 de setembro. A proibição alcança as apostas esportivas e os jogos online e determina o encerramento das atividades das plataformas no país. Devolução de valores A devolução vale para os saldos mantidos nas plataformas autorizadas. Segundo estimativas da Secretaria de Prêmios e Apostas (SPA), cerca de 23 milhões de apostadores tinham recursos nessas contas. O governo calcula que aproximadamente R$ 1,7 bilhão deverá ser devolvido aos usuários. Quem não conseguiu sacar os recursos dentro do prazo não perderá o dinheiro. As empresas deverão repassar aos bancos os dados dos saldos remanescentes para que a devolução seja feita aos apostadores. Nos casos em que houver impedimento para a devolução pelos bancos, a Caixa Econômica Federal poderá intermediar os pagamentos a partir de 14 de outubro. O governo orienta os usuários a guardar comprovantes de saldo e de eventuais solicitações de saque feitas antes do encerramento das operações. Quem não retirou os recursos até o fim do prazo deverá acompanhar os procedimentos de devolução pelas instituições financeiras. Lojas de aplicativos, provedores de internet e o Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br) participam do processo de bloqueio dos sites e aplicativos. Usuários que tentarem acessar as plataformas poderão ser direcionados para páginas com orientações sobre a devolução dos valores. Fiscalização O governo também ampliou as ações contra plataformas irregulares. Até o fim de setembro, os ministérios da Justiça e da Fazenda haviam solicitado o bloqueio de 5.209 domínios ligados à exploração ilegal de apostas. A MP 1.394/2026 está em vigor, mas ainda precisa ser analisada pelo Congresso Nacional. Como toda medida provisória, perderá a validade se não for aprovada pelos parlamentares dentro do prazo constitucional. Veja o cronograma para o fim das bets nas plataformas e a devolução dos recursos 5 de outubro – prazo encerrado para saque voluntário diretamente nas plataformas; 6 de outubro – início do processo de retirada dos sites e aplicativos de apostas do ar; 7 e 8 de outubro – as empresas deverão informar aos bancos os valores mantidos pelos usuários, identificados pelo CPF; 9 a 14 de outubro – as instituições financeiras deverão devolver os recursos aos apostadores; A partir de 14 de outubro: nos casos em que houver impedimento para a devolução pelos bancos, a Caixa Econômica Federal poderá intermediar os pagamentos.

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Confira a agenda dos presidenciáveis nesta terça-feira (6)

Os candidatos que disputam o segundo turno das eleições à Presidência da República participam de reuniões em Brasília e Goiânia nesta terça-feira (6). Flávio Bolsonaro (PL) Participa de reuniões internas de campanha em Brasília. Às 14h, tem encontro com Ronaldo Caiado (PSD) e Daniel Vilela (MDB) em Goiânia. Luiz Inácio Lula da Silva (PT) Participa de reunião de campanha no Palácio da Alvorada pela manhã. Às 11h, reúne-se com líderes no Palácio do Planalto. À tarde, participa de reunião executiva da campanha.

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Marx Beltrão diz que eleição de Flávio Bolsonaro representa oportunidade única para Alagoas

Foto: Cortesia Reeleito para a Câmara dos Deputados com 100.705 votos, o deputado federal Marx Beltrão reafirmou sua defesa nesta terça-feira (6) a eleição de Flávio Bolsonaro à Presidência da República. Ex-ministro do Turismo e ex-prefeito de Coruripe, é um dos políticos alagoanos mais experientes em Brasília. Foi uma das principais lideranças do PP, seu antigo partido, e hoje é uma das principais lideranças e um dos principais articuladores do União Brasil em Brasília. Também presidiu comissões importantes e tem livre trânsito no Congresso. “Durante todo o meu mandato parlamentar, sempre deixei claro meu posicionamento político: de centro-direita e de direita. Nunca escondi isso do meu eleitor. Mas, independentemente de sermos de esquerda ou de direita, somos todos alagoanos e queremos ver o nosso estado crescer. Votei em Bolsonaro e defendi Flávio Bolsonaro durante toda a minha campanha”, afirmou Marx. Para o deputado, a composição política eleita em Alagoas torna a eleição de Flávio uma oportunidade especial e única. JHC assumirá o governo, Arthur Lira e Marina JHC representarão o estado no Senado, e a bancada federal será majoritariamente formada por políticos de centro e de direita. Se Flávio vencer, o alagoano Alfredo Gaspar será vice-presidente da República. Marx avalia que esse cenário deixa Alagoas no centro das decisões e amplia sua presença junto ao futuro governo. “Flávio terá muito mais aliados em Alagoas do que Lula. O candidato de Lula ao governo, Renan Filho, perdeu; o senador aliado de Lula, Renan Calheiros, também não se elegeu. Alagoas não elegeu deputados federais de esquerda nem do PT. Já o governador eleito, os dois senadores e a maioria da bancada federal são de centro e de direita. Alfredo Gaspar é alagoano, conhece e ama o nosso estado. O grupo que está com Flávio aqui é extremamente forte: vai ajudar Flávio, e Flávio vai ajudar Alagoas. Não tenho dúvida de que essa eleição será muito mais benéfica para o estado”, declarou. Marx também rejeitou discursos de ódio e preconceito e disse que seu apoio a Flávio se baseia em uma avaliação do governo e nas perspectivas de mudança. “Condeno todo e qualquer discurso de ódio e todo e qualquer preconceito. Não se trata de ódio a Lula nem à esquerda, mas de uma avaliação objetiva. Infelizmente, o governo do PT não conseguiu melhorar a vida da população. Os preços estão altos, impraticáveis; o endividamento é gigantesco, e o salário não dá para comprar comida. A população passa dificuldade, e há uma bagunça institucionalizada, inclusive envolvendo o Supremo Tribunal Federal”, afirmou. “Precisamos de mudança, e essa mudança é somente com Flávio. Já sabemos o que teremos com Lula: mais do mesmo. Com Flávio, teremos esperança e um novo viés de governo, que será muito benéfico para o Brasil e para Alagoas. A alternância de poder é importante para o debate democrático e para fortalecer a política e as instituições brasileiras. Por isso, acredito que a eleição de Flávio poderá abrir um novo caminho para o país e também criar condições ainda melhores para Alagoas crescer”, concluiu Marx.

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Filho de Arthur Lira se torna o mais jovem deputado federal já eleito

O alagoano Alvinho Lira (PP-AL), filho do ex-presidente da Câmara dos Deputados Arthur Lira (PP-AL), se tornou o deputado federal eleito mais jovem da história do país nas eleições de 2026. Alvinho tem 20 anos e, em 17 de março de 2027, completará 21, a idade mínima para se tornar deputado federal. Até o ano passado, era exigido ter essa idade na data da posse, que está marcada para 1º de fevereiro de 2027. Mas, a partir da Lei 15.230/2025, os novos integrantes do Legislativo ganharam um prazo de até 90 dias após a eleição da Mesa Diretora da Casa para completar a idade mínima. Alvinho Lira e o pai não atuarão na mesma Casa Legislativa, porque Arthur Lira concorreu e foi eleito ao Senado, também por Alagoas. O jovem deputado foi o mais votado em seu estado, com 172.628 votos. A campanha de Lira arrecadou R$ 3.148.127,00, tendo como principal origem a Direção Nacional do PP, e registrou, até o momento, R$ 1.364.220,42 em despesas. O limite de gastos, estabelecido pelo TSE, era de apenas R$ 28,4 mil a mais, ou R$ 3.176.572,53. Alvinho Lira será um dos 183 deputados que estreiam no cargo. O índice de renovação da Câmara, de 35,67%, foi o menor desde 2010. TAGS: Alvinho Lira, Arthur Lira

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Eleições 2026: Veja aqui lista dos deputados estaduais eleitos em Alagoas

Foto: Reprodução Com 100% das urnas apuradas, já estão definidos os 27 deputados estaduais eleitos em Alagoas. O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) finalizou a apuração neste domingo (04), confirmando todos os parlamentares que ocuparão as cadeiras na Assembleia Legislativa de Alagoas a partir de 2027. O TSE já confirma os 27 parlamentares eleitos para ocupar as cadeiras de deputado estadual por Alagoas. O MDB foi o partido que mais elegeu representantes, conquistando 15 das 27 vagas disponíveis, seguido pelo PT, PP, PL, PSDB e UNIÃO. Lista dos deputados estaduais eleitos em Alagoas Cabo Bebeto, PL — 99.165 votos (5,50%) Marcelo Victor, MDB — 69.370 votos (3,85%) Paulinho Mendonça, MDB — 65.166 votos (3,61%) Fernando Pereira, PP — 59.428 votos (3,30%) Lelo Maia, MDB — 57.521 votos (3,19%) Cibele Moura, MDB — 55.998 votos (3,10%) Ricardo Nezinho, MDB — 55.840 votos (3,10%) Cícero Cavalcante, MDB — 53.323 votos (2,96%) Gabi Gonçalves, MDB — 52.777 votos (2,93%) Alexandre Ayres, MDB — 50.355 votos (2,79%) Hugo Wanderley, MDB — 47.724 votos (2,65%) Tenorinho Malta, PSDB — 45.593 votos (2,53%) Fátima Canuto, MDB — 45.294 votos (2,51%) Rose Davino, PP — 45.252 votos (2,51%) Teca Nelma, PT — 44.619 votos (2,47%) Dudu Ronalsa, MDB — 43.986 votos (2,44%) Delegado Leonam, UNIÃO — 42.172 votos (2,34%) Remi Calheiros, MDB — 42.076 votos (2,33%) Marcos Beltrão, MDB — 40.732 votos (2,26%) Henrique Chicão, MDB — 39.402 votos (2,18%) Lucas Barbosa, PSDB — 39.099 votos (2,17%) Guilherme Lopes, MDB — 38.629 votos (2,14%) Ronaldo Medeiros, PT — 38.112 votos (2,11%) Antonio Albuquerque, UNIÃO — 35.659 votos (1,98%) Mesaque Padilha, PP — 35.521 votos (1,97%) Marcos Barbosa, PT — 29.873 votos (1,66%) Leonardo Dias, PL — 17.178 votos (0,95%) Segundo o TSE, o comparecimento total em Alagoas foi de 1.935.820 eleitores. Desse total, 1.803.374 votos foram válidos (93,17%), enquanto 68.334 eleitores votaram em branco (3,53%) e 63.976 anularam o voto (3,30%). Fonte: Gazeta do Povo

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Antes de votar, Marina JHC destaca luta pelas mulheres: “Minha expectativa é gigante”

Candidata ao Senado chegou acompanhada de JHC e dos filhos José e Maria neste domingo (4) Assessoria PSDB/AL Fotos Itawi Albuquerque A candidata ao Senado Marina JHC (PSDB) votou neste domingo (4), no SEB, acompanhada de JHC e dos filhos José e Maria. Antes de registrar o voto, conversou com a imprensa e destacou a felicidade de exercer a cidadania ao lado da família. “A minha expectativa é gigante. Hoje eu estou muito feliz”, afirmou. Com José no colo e Maria nos braços de JHC, Marina ressaltou o significado daquele momento como mãe. “Hoje é um dia especial. Eu, como mamãe, vim exercer a minha cidadania ao lado dos meus filhos”, declarou. Durante a entrevista, a candidata destacou as dificuldades que enfrentou como mulher para conquistar espaço e relacionou essa experiência à sua atuação na campanha. “Eu lutei até o final dessa campanha eleitoral para que mulheres pudessem ter mais espaço, para que mães, toda a população, o nosso povo pudessem ser escutados”, disse. Marina também afirmou estar tranquila com o trabalho realizado e manifestou o desejo de ampliar para Alagoas a atuação desenvolvida em Maceió. “No meu coração tem a tranquilidade de que tudo que nós fizemos foi em prol do povo”, concluiu.

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Saiba o que são crimes eleitorais e como denunciar

Neste domingo (4), mais de 158 milhões de eleitores brasileiros vão às urnas para escolher deputados federais, estaduais (ou distritais), senadores, governadores e o presidente da República. Quaisquer condutas proibidas por lei que comprometam a liberdade de escolha, a igualdade entre os candidatos e a legitimidade das eleições são classificadas como crimes eleitorais. A violação do sigilo do voto, a boca de urna, o derramamento de santinhos e o caixa 2 são algumas práticas ilícitas que afetam os direitos dos eleitores e o funcionamento regular do processo eleitoral. Por isso, o Código Eleitoral e legislações complementares estabelecem punições para proteger a integridade das eleições e garantir que a disputa ocorra dentro das regras. Principais crimes eleitorais Boca de urna: é ação dos cabos eleitorais junto aos eleitores que se dirigem à seção eleitoral, promovendo e pedindo votos para o seu candidato, federação ou coligação no dia da eleição. Calúnia eleitoral: atribuir, com fins de propaganda, falsamente fato definido como crime. Compra de votos: dar, oferecer, prometer, solicitar ou receber, para si ou para outrem, dinheiro, dádiva, ou qualquer outra vantagem, para obter ou dar voto e para conseguir ou prometer abstenção, ainda que a oferta não seja aceita. Derramamento de santinhos: prática de espalhar grande volume de material impresso de propaganda eleitoral nas ruas. Difamação eleitoral: difamar alguém, na propaganda eleitoral, ou visando a fins de propaganda, atribuindo-lhe fato ofensivo à sua reputação. Divulgação de fatos inverídicos: divulgar, na propaganda eleitoral ou durante período de campanha eleitoral, fatos inverídicos em relação a partidos ou a candidatos e capazes de exercer influência perante o eleitorado. Falsidade ideológica eleitoral: omitir informações obrigatórias ou inserir dados falsos em documentos com finalidade eleitoral. Caixa 2: não declarar ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) os recursos utilizados durante a campanha eleitoral. Injúria eleitoral: injuriar alguém, na propaganda eleitoral, ou visando a fins de propaganda, ofendendo-lhe a dignidade ou o decoro. Desordem eleitoral: promover desordem que prejudique os trabalhos eleitorais. Propaganda eleitoral: uso, na propaganda eleitoral, de símbolos, frases ou imagens associados ou semelhantes aos empregados por órgão de governo, empresa pública ou sociedade de economia mista. Transporte de eleitores: no dia da votação é proibido o fornecimento de transporte, com finalidade eleitoral, por candidatos, partidos, federações, coligações ou qualquer pessoa. A distribuição de refeições como forma de assistência associada ao deslocamento eleitoral também não é permitida. Denuncie Os crimes eleitorais podem ser denunciados por qualquer pessoa por meio de uma notícia-crime eleitoral verbal ou por escrito à autoridade policial, ao Ministério Público Eleitoral, nos tribunais regionais eleitorais (TREs) ou à autoridade judiciária da zona eleitoral na qual a infração ocorreu. O aplicativo Pardal, da Justiça Eleitoral, pode ser usado para denunciar irregularidades sobre propaganda eleitoral. O relato deve conter informações sobre o local, a descrição do fato, além de fotos, vídeos, áudios ou links que possam ajudar na análise da ocorrência. A ferramenta pode ser baixada gratuitamente na Google Play e App Store.

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