Cidadania Alagoas

SAÚDE

Desnutrição infantil em foco: Cria firma aliança estratégica em Alagoas

Secretária Caroline Leite reforça a urgência de reduzir desigualdades na infância. Foto: Thiago Ataíde       Governo de Alagoas lança projeto para enfrentar a desnutrição infantil com foco na primeira infância A Secretaria de Estado da Primeira Infância (Cria) oficializou, na quarta-feira (4), a assinatura do Termo de Cooperação para o desenvolvimento do projeto Alagoas Sem Fome na Infância, durante reunião do Conselho Estadual do programa Alagoas Sem Fome. A iniciativa visa combater a desnutrição infantil e promover o desenvolvimento integral de crianças em situação de vulnerabilidade no estado. A ação será executada em parceria com a Associação de Combate à Desnutrição (Nutrir/AL) e com o próprio programa Alagoas Sem Fome. O projeto tem como base a atuação de equipes multidisciplinares nos municípios alagoanos, que irão realizar diagnósticos nutricionais, acompanhamento contínuo e encaminhamentos para redes de saúde e assistência social. A meta é garantir que as crianças, especialmente nos primeiros anos de vida, tenham acesso a uma alimentação adequada, condição essencial para o desenvolvimento físico, emocional e intelectual. A secretária de Estado da Primeira Infância, Caroline Leite, ressaltou que o projeto representa um marco nas políticas públicas voltadas à infância e reforça o compromisso do Governo com a equidade social. “Cuidar da nutrição na primeira infância é agir na raiz das desigualdades. Quando garantimos que uma criança se alimente bem, estamos investindo na saúde, na educação e na cidadania dela. Essa é uma causa que precisa unir esforços de todos os setores — governo, sociedade civil e entidades especializadas. Não estamos apenas combatendo a fome, mas assegurando oportunidades reais de crescimento e de futuro para milhares de crianças alagoanas”, afirmou. Além da avaliação nutricional, o projeto também observará fatores associados ao bem-estar infantil, como o acesso aos serviços de saúde, educação infantil, benefícios sociais e condições de moradia. As ações serão direcionadas prioritariamente às famílias em situação de extrema pobreza, mapeadas pelos municípios e acompanhadas pelas equipes técnicas da Cria. A secretária destacou ainda a importância da abordagem intersetorial e do olhar humanizado no enfrentamento da desnutrição: “Este projeto se propõe a enxergar a criança em sua totalidade. A fome não é um problema isolado — ela reflete a ausência de direitos, de acesso e de cuidado. Nosso trabalho será realizado com responsabilidade, escuta ativa e compromisso com resultados que transformem realidades”, completou. A formalização do projeto reforça a prioridade dada pela gestão do governador Paulo Dantas à infância e à segurança alimentar. Segundo o governo, a expectativa é que a iniciativa sirva de modelo para políticas públicas em outras regiões do país. Com o Alagoas Sem Fome na Infância, o Estado dá mais um passo concreto para erradicar a fome, combater a pobreza e garantir que toda criança alagoana tenha um começo de vida mais justo, saudável e promissor. Redação: ANH/AL

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Hemoal realiza coleta itinerante de sangue em Roteiro nesta quarta-feira

A ação ocorre na Unidade Básica de Saúde Agenor Ribeiro, localizado na Rua Nemésio Gomes Para se candidatar à doação de sangue é necessário ter boa ter boa saúde, idade entre 18 e 69 anos e peso igual ou superior a 50 quillos  Carla Cleto / Ascom Sesau Josenildo Törres / Ascom Hemoal O Hemocentro de Alagoas (Hemoal) realiza coleta itinerante de sangue em Roteiro nesta terça-feira (4) com o propósito de manter estabilizado o estoque de sangue para atender os hospitais e maternidades. A ação é mais uma iniciativa do Programa Hemoal no Seu Município e vai ocorrer das 9h às 16h, na Unidade Básica de Saúde Agenor Ribeiro, localizada na Rua Nemésio Gomes.   Os interessados em se candidatar à doação voluntária de sangue devem ter boa saúde, além de idade entre 16 a 69 anos e peso igual ou superior a 50 quilos. Os voluntários também não podem ter contraído doença de Chagas, Aids, sífilis e hepatite após os 11 anos.   Com relação aos menores de 18 anos é obrigatório estar  acompanhados dos pais ou de um responsável legal, com os respectivos documentos comprobatórios. Vale ressaltar que os documentos devem ser originais e oficiais, sendo obrigatório que tenham foto, como a Carteira de Identidade e a Carteira de Habilitação.     No caso dos voluntários que colocaram piercing ou fizeram tatuagem, maquiagem definitiva e micropigmentação, o impedimento é momentâneo, pelo período de 12 meses. É exigido ainda, conforme o Ministério da Saúde, que os voluntários tenham dormido pelo menos 6 horas na noite anterior.

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Casca de laranja: o segredo nutricional que você está jogando fora

Nutricionista revela por que você não deveria jogar a casca de laranja fora (Foto: Freepik) Crédito: Freepik   Estudos comprovam que casca de laranja faz bem ao coração, intestino e mente Você sabia que a casca da laranja tem mais fibras que a polpa e pode até combater a depressão? Nutricionistas e cientistas revelam como essa parte ignorada da fruta previne doenças e melhora a saúde de forma surpreendente. Do coração ao humor, os compostos da casca de laranja oferecem vantagens que vão além da vitamina C. Descubra como usá-la sem desperdício. “Graças aos nutrientes da casca da laranja, o corpo tem a função imunológica fortalecida, além de melhora na digestão e estabilização do sistema cardiovascular”, diz Juliana Gimenez, nutricionista, ao jornal O Globo. O que a ciência diz sobre a casca de laranja Estudo publicado na revista científica Frontiers of Sustainable Food Systems mostra que a casca reduz pressão arterial, colesterol e glicose. Enquanto isso, Harvard comprova seu impacto positivo na digestão, graças aos prebióticos que alimentam bactérias do bem no intestino. Ou seja: jogá-la fora é perder uma farmácia natural. Intestino saudável com ajuda do lixo? A pectina da casca age como prebiótico, estimulando bactérias probióticas. “Elas promovem a saúde e previnem patógenos”, afirma Arland T. Hotchkiss, do USDA. A casca da laranja garante menos inchaço, digestão regulada e proteção contra inflamações intestinais. Benefícios para a mente Pesquisadores de Harvard descobriram que o consumo regular da casca diminui o risco de depressão. A chave está na produção de serotonina e dopamina, neurotransmissores ligados ao prazer e bem-estar. Um benefício mental raro em alimentos tão acessíveis. Como consumir sem fazer careta O sabor amargo assusta, mas soluções como chá (com gengibre e limão) ou raspas em receitas mascaram o gosto. Prefira laranjas orgânicas para evitar pesticidas. Fonte: correio24horas

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Alerta na saúde: 61 crianças aguardam vagas em UTIs em PE

Crianças sem leito: rede pública sofre com falta de UTIs pediátricas em PE. Foto: Divulgação     A Secretaria Estadual de Saúde de Pernambuco (SES-PE) informou que, até a noite da última quarta-feira (28), 61 crianças aguardavam na fila por um leito em Unidades de Terapia Intensiva (UTI) pediátrica. Diante da superlotação nos hospitais, o Governo do Estado decretou situação de emergência na rede pública de saúde voltada ao atendimento infantil. Segundo os dados da SES-PE, os índices de ocupação estavam elevados: 89% nas enfermarias pediátricas, 93% nas UTIs pediátricas e 100% nas UTIs neonatais. Em nota oficial, a secretaria destacou que todas as crianças que aguardam por leito estão recebendo atendimento especializado, com acompanhamento de equipes multidisciplinares e suporte respiratório, conforme a necessidade de cada caso. Ampliação de leitos Ainda de acordo com a SES-PE, somente em 2025, o estado abriu 253 novos leitos voltados para o tratamento de casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG), totalizando agora 483 leitos exclusivos. Na última semana, mais 31 leitos foram adicionados à rede: 11 no Hospital Professor Agamenon Magalhães (Hospam), em Serra Talhada; 10 no Hospital Brites de Albuquerque, em Olinda; 5 no Hospital Otávio de Freitas, no Recife; e 5 no Hospital Dom Moura, em Garanhuns. A secretaria também ressaltou que o sistema de regulação é dinâmico, pois os leitos passam constantemente por um processo de “giro”, que envolve a alta, a transferência ou o redirecionamento de pacientes, conforme a gravidade e necessidade de atendimento em unidades de maior complexidade. Redação: ANH/PE

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Vigilância Sanitária flagra descarte ilegal de lixo hospitalar no Tabuleiro

Material incluía seringas, agulhas, ampolas e até medicamentos vencidos Descarte irregular de lixo hospitalar no Tabuleiro. Cortesia A Vigilância Sanitária de Maceió (Visa) apreendeu, nesta terça-feira (27), uma grande quantidade de resíduos hospitalares descartados de forma irregular no bairro Tabuleiro do Martins, na parte alta da capital. O material incluía seringas, agulhas, ampolas e até medicamentos vencidos — itens que oferecem alto risco sanitário à população e ao meio ambiente. A operação contou com apoio da Delegacia de Crimes Ambientais e revelou o descumprimento de normas rigorosas que regulam o descarte de resíduos de saúde no Brasil. “Esse tipo de material deve ser coletado por empresas especializadas, contratadas por hospitais, clínicas e laboratórios, justamente para evitar a contaminação do solo e da água”, alertou Airton Santos, chefe especial da Vigilância Sanitária. Descarte irregular de lixo hospitalar no Tabuleiro. Cortesia A empresa responsável pelo descarte irregular será responsabilizada por crime ambiental e infração sanitária, conforme determina a Resolução da Diretoria Colegiada (RDC) nº 222/2018, da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). A norma estabelece as boas práticas para o gerenciamento dos resíduos de serviços de saúde e é de cumprimento obrigatório por todos os estabelecimentos da área. Todo o material recolhido será encaminhado para descarte adequado. Em casos de reincidência, a multa sanitária pode chegar a R$ 38 mil. *Com assessoria

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Glaucoma: SUS amplia exames; acesso desigual preocupa especialistas

Número de exames saltou de 1.377.397 em 2019 para 2.251.284 em 2024 Agência Brasil © Arquivo/Marcello Casal Jr./Agência Brasil De 2019 a 2024, quase 10 milhões de exames específicos para o diagnóstico de glaucoma foram realizados via Sistema Único de Saúde (SUS). O número de exames saltou de 1.377.397 em 2019 para 2.251.284 em 2024, representando um crescimento de 63%. Apesar do aumento, o Conselho Brasileiro de Oftalmologia (CBO) alerta que a expansão não ocorreu de forma homogênea. Dados apresentados pela entidade mostram que o Sudeste lidera, com um aumento de 116% na realização de exames, enquanto o Nordeste registra o menor crescimento: 24%. “Essa diferença no ritmo de crescimento entre as regiões reforça a necessidade de estratégias para garantir que todos os brasileiros, independentemente do lugar onde moram, tenham igualdade de acesso à detecção precoce do glaucoma”, avaliou o CBO em nota. O levantamento, realizado a partir da base de dados oficial do SUS, mostra que, em volume total de exames acumulados entre 2019 e 2024, três estados se destacam com os maiores números absolutos. São Paulo lidera com um total de 2.689.770 exames realizados. Em seguida estão Rio Grande do Sul, com um volume considerável de 1.822.862 exames; e Pernambuco, com 1.155.862 exames de glaucoma realizados. Já os estados com os menores volumes totais no mesmo período incluem Amapá, com apenas 45 exames registrados de 2019 a 2024; Acre, com um total de 4.072; e Rondônia, com 12.595 exames registrados no banco de dados do SUS no mesmo período. “Mesmo considerando fatores como menor população, infraestrutura de saúde menos extensa ou particularidades regionais no acesso aos serviços, o apanhado também evidencia as diferenças na distribuição e no acesso aos serviços de diagnóstico de glaucoma dentro do território nacional”, destacou o CBO. Analisando as variações percentuais entre 2019 e 2024 e considerando evidências de subnotificação em estados do Norte, o melhor desempenho, segundo a entidade, foi observado no Rio de Janeiro, onde houve crescimento de 160%. São Paulo também se destacou, com um salto de 124%, seguido pelo Distrito Federal, com alta de 119% na comparação entre o início e o fim da série histórica. Em um confronto de produtividade por regiões, o Nordeste mostra o pior desempenho, com quatro dos seus nove estados apresentando regressão entre 2019 e 2024. Com exceção de Pernambuco (alta de 70%), a variação na produção ambulatorial nos demais estados no mesmo período foi inferior a 9%. O Sudeste, por sua vez, mais que dobrou a produção de exames específicos para glaucoma nos últimos anos, com crescimentos expressivos em todos os seus estados. “A dificuldade de acesso a consultas com especialistas, especialmente em regiões mais remotas ou com menor infraestrutura de saúde, também contribui para o diagnóstico tardio. Essa demora não apenas prejudica a qualidade de vida do paciente, mas também pode gerar custos mais elevados para o sistema de saúde a longo prazo”, avaliou o CBO. Apesar dos entraves, a entidade reforça que o paciente com suspeita ou diagnóstico de glaucoma possui direitos dentro do SUS, incluindo acesso a medicamentos utilizados no tratamento da doença, bem como a procedimentos cirúrgicos quando necessários. “A instituição da Política de Combate à Cegueira causada pelo glaucoma, que garante tratamento gratuito da doença, e a criação do Programa de Atenção ao Paciente Portador de Glaucoma são esforços voltados ao cuidado e o acompanhamento desses pacientes.” “No entanto, a efetividade desses direitos está intrinsecamente ligada à facilidade com que o paciente consegue acessar os serviços de diagnóstico em tempo hábil, aumentando a necessidade de medidas que ampliem e descentralizem a oferta de cuidados oftalmológicos”, concluiu o CBO. Campanha Ao longo de todo o mês de maio, o CBO e a Sociedade Brasileira de Glaucoma (SBG) promovem uma nova edição da campanha de conscientização e mobilização sobre a doença. A proposta é fortalecer políticas públicas e engajar pacientes no tratamento. No próximo sábado (24), está prevista uma maratona online de informações, a partir das 9h, transmitida pelo site oficial da campanha. Durante a transmissão, especialistas esclarecerão as dúvidas mais comuns dos pacientes, além de combater informações falsas que circulam sobre a doença. Os profissionais ainda abordarão temas para o entendimento e o enfrentamento do glaucoma – entre os tópicos em destaque estão o uso da inteligência artificial na reabilitação visual, os perigos da automedicação e os direitos do paciente com glaucoma no SUS. Já na próxima quarta-feira (28), a campanha 24 Horas pelo Glaucoma levará o debate à Comissão de Saúde, no Congresso Nacional. A ação contará com um estande de atendimento acessível ao público que circular pelo local entre os dias 27 e 28 de maio, com a oportunidade de rastreamento da doença por meio de exames de retinografia. Entenda O glaucoma é uma doença que afeta os olhos e pode causar perda de visão de forma gradual – muitas vezes sem ser notado. Isso acontece quando a pressão dentro do olho aumenta e começa a danificar o nervo óptico, responsável por levar as imagens que vemos até o cérebro. O mais preocupante, de acordo com o CBO, é que o glaucoma geralmente não apresenta sinais no início. Por esse motivo, muitas pessoas só percebem o problema quando a visão já está comprometida. “Infelizmente, o que foi perdido não pode ser recuperado”, alertou a entidade. Com exames oftalmológicos regulares, o glaucoma pode ser identificado ainda cedo e tratado adequadamente. O diagnóstico precoce é considerado fundamental para controlar a doença e preservar a visão. Edição: Valéria Aguiar

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Tchau, cansaço: 5 estratégias comprovadas pela ciência para aumentar a energia

A fadiga cerebral é um problema comum na rotina de muita gente, especialmente no ambiente de trabalho, onde a necessidade de concentração intensa por longos períodos pode ser desgastante. Embora muitas pessoas recorram ao café como uma solução rápida, existem outras abordagens científicas que podem ser mais eficazes para restaurar sua energia mental. Aqui estão cinco maneiras comprovadas de combater a fadiga cerebral e recuperar o foco: 1. Mexa-se para descansar a mente Quando o cérebro começa a se sentir sobrecarregado, a solução muitas vezes não é continuar pensando mais, mas sim mover o corpo. O exercício físico é uma maneira poderosa de reverter a fadiga mental. A atividade física aumenta o fluxo sanguíneo, levando oxigênio ao cérebro, essencial após longos períodos de inatividade. Simples ações, como uma caminhada de 10 minutos ou até alongamentos rápidos ao lado da mesa, podem fornecer a energia necessária para continuar o trabalho com mais clareza e foco. 2. Entre em ‘modo gratidão’ A prática de gratidão pode ser uma ferramenta surpreendentemente eficaz para recarregar sua energia mental. Pesquisas mostram que expressar gratidão pode melhorar a química do cérebro, promovendo sentimentos positivos que combatem o estresse. Tente listar três coisas pelas quais você é grato no momento, como um bom relacionamento com colegas de trabalho ou até o clima ensolarado. Mesmo pequenas expressões de gratidão podem transformar seu estado mental e trazer uma sensação de renovação. 3. Encontre o ‘botão da alegria’ Quando a energia mental estiver baixa, buscar uma fonte de alegria instantânea pode ser tudo o que você precisa para dar um impulso ao seu cérebro. Isso pode ser algo simples como assistir a vídeos engraçados, jogar um pouco de música ou até mesmo se permitir uma pausa para atividades que proporcionem prazer. Esse tipo de emoção positiva não só melhora o estado de espírito, mas também pode aprimorar suas habilidades cognitivas e combater a fadiga cerebral, quebrando a perspectiva estreita causada pelo estresse. 4. Conecte-se com o que realmente importa Quando você se vê preso em tarefas repetitivas e monótonas, como planilhas ou leitura de textos longos, tente encontrar o significado pessoal por trás delas. Pergunte-se: “Como essa tarefa se conecta com meus objetivos de vida e trabalho?” Quando você encontra um propósito maior nas atividades cotidianas, a motivação é ativada de maneira que nenhum café poderia imitar. Ao entender a relevância do que está fazendo, você recupera energia mental e consegue prosseguir com mais motivação. 5. Estabeleça limites para reduzir a fadiga mental A cultura de estar “sempre disponível” é um desafio comum no mundo corporativo, mas ela é uma das maiores culpadas pela exaustão mental. Estabelecer limites autênticos, como definir uma hora para desligar o computador e se desconectar do trabalho, pode ser essencial para preservar sua energia mental. A prática de criar “rituais de desligamento”, como um passeio ao ar livre ou uma noite sem verificar e-mails, ajuda a restaurar a criatividade e a clareza mental. Esse tempo de descanso é vital para que o cérebro resolva problemas subconscientemente, permitindo que você acorde no dia seguinte com energia renovada. Fonte: Exame

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Dia D de vacinação contra gripe acontece neste sábado em Delmiro Gouveia

Ação acontecerá das 8h às 16h30 nas Unidades Básicas de Saúde; público prioritário inclui crianças, idosos, gestantes e trabalhadores de diversas áreas.   A Prefeitura de Delmiro Gouveia, por meio da Secretaria Municipal de Saúde (SMS), promove neste sábado, 17, o Dia D de vacinação contra a Influenza. A mobilização ocorrerá das 8h às 16h30 nas Unidades Básicas de Saúde (UBS) do município. As UBS que estarão funcionando para a vacinação incluem as unidades dos bairros Eldorado, Campo Grande, Bom Sossego, Palmeirão, Centro, Bairro Novo, Área Verde, Novo Horizonte, Conjunto Habitacional, Sônia Monteiro, Pedra Velha, Desvio, Jardim Cordeiro e Barragem. A campanha tem como foco os grupos prioritários, definidos pelo Ministério da Saúde, visando a proteção dos públicos mais vulneráveis à gripe. Entre os grupos contemplados estão: * Crianças de 6 meses a menores de 6 anos * Gestantes e puérperas * Idosos a partir de 60 anos * Povos indígenas ou quilombolas * Trabalhadores da saúde * Pessoas em situação de rua * Professores do ensino básico e superior * Profissionais das Forças Armadas e de Segurança * Pessoas com deficiência permanente * Caminhoneiros e trabalhadores do transporte coletivo * Trabalhadores portuários * Pessoas com doenças crônicas não transmissíveis * Trabalhadores dos Correios A iniciativa busca ampliar a cobertura vacinal e evitar complicações decorrentes da gripe, especialmente neste período de mudanças climáticas. Os integrantes dos grupos prioritários devem comparecer às unidades com documento de identificação e cartão de vacinação. Prefeitura Municipal de Delmiro Gouveia – Trabalho que não para!

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Mesmo com 900 mil autistas em salas comuns, escolas não têm protocolo seguro para lidar com episódios de agressividade

Em apenas dois anos, entre 2022 e 2024, o número de alunos com autismo matriculados em escolas comuns mais do que dobrou no Brasil: saltou de 405 mil para 884,4 mil, mostram os dados do Censo Escolar, divulgados em abril pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). O avanço da inclusão, previsto em lei, obviamente tem de ser celebrado: a convivência de estudantes com e sem deficiência traz benefícios sociais e cognitivos a todos da turma. Mas é preciso lembrar que não basta garantir a presença de uma criança autista na sala de aula comum — é dever das redes de ensino e das escolas fazer adaptações no currículo, no espaço físico e nas avaliações, além de dar suporte aos professores e formá-los adequadamente. Notícias como estas a seguir, publicadas no g1 neste ano, evidenciam um dos muitos obstáculos para que a educação seja, de fato, inclusiva: instituições de ensino, em geral, não sabem lidar com episódios de agressividade que alguns indivíduos com TEA podem apresentar. Veja: Quando a rede de ensino e o colégio não proporcionam a formação adequada aos funcionários, os dois cenários possíveis tornam-se arriscados: se ninguém intervir, o aluno com TEA pode bater a cabeça na parede, por exemplo, e se ferir gravemente; caso alguém use força física para segurar o estudante, pode machucá-lo e desestabilizá-lo ainda mais.   ➡️Todos ficam inseguros: os pais do aluno autista temem que ele se machuque, os familiares dos coleguinhas podem desenvolver uma resistência à presença de pessoas com deficiência na sala de aula, e os professores trabalham sob (mais uma) condição de estresse. Por isso, especialistas defendem a urgência em preparar toda a comunidade escolar para agir da maneira correta e no momento certo, de forma a evitar o início de possíveis crises. “Os alunos que estão hoje na escola estariam institucionalizados nos anos 1980. Felizmente, conseguimos sair do modelo segregado”, afirma Meca Andrade, psicóloga que é referência internacional em intervenção comportamental. “Se formos incluir uma pessoa que tem dificuldades comportamentais que trazem risco para ela mesma e para as outras, sem médicos por perto, precisaremos de habilidades de manejo. Essa é uma nova realidade, que vai chegar também ao mercado de trabalho.”   Alcinda Castor, professora da rede pública de São Paulo, é mãe de um homem autista de 28 anos. “Quando ele era menor, precisava de até 3 adultos para contê-lo na escola. Ninguém recebeu preparo para lidar com isso”, diz. “Ele ficou afastado por 6 meses, porque ninguém mais conseguia segurá-lo.” Como docente, ela afirma também que nunca recebeu a devida capacitação para lidar com crises de estudantes. “Os cuidadores trocam fraldas, as estagiárias preparam as atividades, mas é raro algum profissional ter especialização para saber agir nessas horas. Até hoje, quando meu filho fica assim, eu mesma me tranco no banheiro e espero passar.”   Nesta reportagem, veja: qual é a conduta mais indicada diante das crises; que atitudes podem evitar o agravamento desses episódios; como a união entre família e escola pode ser fundamental na prevenção dos picos de agressividade; que tipo de formação precisa ser oferecida aos professores e demais funcionários.   Atenção: o espectro de sintomas do autismo é amplo e não permite generalizações. Há comportamentos mais comuns, como dificuldades de interação social, problemas na comunicação e alteração nos interesses (como resistência a mudanças de rotinas ou maneiras diferentes de brincar). O “guarda-chuva” do transtorno é amplo: pode abarcar uma criança com nível de suporte 1, por exemplo, que é independente e oralizada, mas que sofre em ambientes ruidosos, e outra de nível 3, que não desenvolveu a fala e que não deixou de usar fraldas. Os episódios de agressividade nem sempre são manifestados: estudos científicos, sem chegar a um consenso, citam prevalências que vão de 8% a 68% na infância. A causa dessas crises também varia — pode ser desencadeada por um distúrbio sensorial, por exemplo, ou pela impossibilidade de comunicar um sentimento. E não é nada relacionado a “caráter”: é preciso combater o estigma de que autistas são agressivos. O fato de entrarem em crise, seja com qual frequência for, não significa que sejam insensíveis ou incapazes de amar. O que diz o MEC? Ao g1, o Ministério da Educação afirma que os cursos de formação oferecidos aos professores focam nas questões pedagógicas, sem priorizar linhas terapêuticas específicas. Diz também que “não cabe nem é desejável uma orientação geral para todos os estudantes com determinada condição diagnóstica” e que o indicado é fazer estudos de caso individuais. O foco, segundo a pasta, deve ser eliminar as barreiras escolares que possam contribuir para as situações de crise.   Qual é a postura correta?   O vídeo abaixo, gravado em 26 de março, em uma escola particular de Campinas (SP), mostra uma professora sentada em cima de um aluno autista para imobilizá-lo. Duas semanas depois, em 11 de abril, a família da criança registrou um boletim de ocorrência contra a docente. Segundo o colégio, não houve agressão, e a contenção exercida estava “em conformidade com procedimento padrão”. Na mesma semana, o Fantástico mostrou outro caso, desta vez, no Rio de Janeiro: um aluno autista de 11 anos, após chutar um equipamento no tatame da escola, levou uma rasteira do professor de capoeira. A mãe denunciou o caso como agressão, enquanto a defesa do docente alegou que “a intervenção consistiu em uma técnica de imobilização, com o único objetivo de impedir novas agressões” e que foi isso o que “garantiu que a criança não sofresse qualquer tipo de lesão”. E é aí que entra um problema jurídico comum nessas situações: no Brasil, não existe nenhuma regulamentação sobre técnicas de contenção em escolas. “É um grande desafio: equilibrar a garantia de que ninguém atente contra a segurança de si próprio e dos demais e, ao mesmo tempo, preservar o direito da criança de não ter seu espaço invadido nem de ser submetida a um tratamento degradante ou desumano. É muito difícil”, explica a defensora pública Renata Tibyriça.   ➡️Meca Andrade, especialista em manejo não segregado, afirma que não existe manobra de contenção adequada quando não há uma normatização no

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Prefeitura de Maceió oferece tratamento contínuo a pacientes em domicílio

Sem folga: equipe de saúde atende acamados todos os dias. Foto: Cortesia   Atendimento domiciliar garante cuidados especializados a pacientes acamados em Maceió Pacientes do SUS que tiveram alta hospitalar, mas ainda precisam de acompanhamento médico e cuidados específicos em casa, podem contar com o Serviço de Atenção Domiciliar (SAD), ofertado pela Secretaria Municipal de Saúde de Maceió. O programa segue as diretrizes do “Melhor em Casa”, do Ministério da Saúde, e visa oferecer suporte a pessoas com condições como AVC, feridas de difícil cicatrização e outras doenças crônicas agravadas, promovendo reabilitação e evitando internações prolongadas. As equipes do SAD realizam visitas diárias, inclusive aos domingos, com o objetivo de garantir continuidade ao tratamento iniciado no hospital e melhorar a qualidade de vida dos pacientes em casa. A iniciativa assegura uma transição segura do hospital para o ambiente domiciliar, especialmente para pessoas acamadas. De acordo com a coordenadora geral do SAD, Júlia de Carvalho, o atendimento é temporário e mantido até que o paciente apresente melhora clínica. Durante esse período, os cuidadores também recebem treinamento especializado da equipe de saúde. “O cuidador passa a integrar a nossa equipe. Com orientação e capacitação, garantimos um cuidado seguro, confortável e eficaz dentro do lar, evitando complicações e reduzindo a permanência em hospitais e UPAs”, explica Júlia. Atualmente, dez equipes do SAD atuam em todas as regiões de Maceió. Nove delas são compostas por médicos, enfermeiros, técnicos de enfermagem e fisioterapeutas, que fazem o primeiro contato e acompanham semanalmente os casos. Já a equipe de apoio multidisciplinar (EMAP) reúne profissionais como assistente social, psicólogo, nutricionista, terapeuta ocupacional, odontólogo e fonoaudiólogo, oferecendo suporte a pacientes com dificuldades motoras severas, feridas complexas, ou que usam aparelhos respiratórios e medicamentos injetáveis. Além do atendimento direto, o SAD mantém articulação com hospitais e UPAs da capital. Os profissionais identificam, dentro das unidades, pacientes com alta prevista e agendam visitas para avaliar as condições e iniciar o acompanhamento em casa. Quando necessário, também recebem encaminhamentos da Atenção Primária à Saúde. O serviço é aberto à população, desde que o paciente atenda aos critérios exigidos. A solicitação pode ser feita presencialmente na sede do SAD, localizada na Rua Barão de Alagoas, 311, Centro, ou pelos telefones (82) 3315-5464 e (82) 99612-6579. Para o cadastro, é necessário apresentar documentos pessoais, cartão SUS, comprovante de residência e ter um cuidador responsável. Caso o paciente não se enquadre nos critérios, será redirecionado para outra unidade de atendimento, garantindo o cuidado adequado por meio da Rede de Atenção à Saúde. Redação: ANH/AL

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