Cidadania Alagoas

Alagoas na vanguarda: presença feminina na Polícia Científica cresce 100% em dois anos

Com representatividade duas vezes maior que a média brasileira, Alagoas se consolida como referência em equidade de gênero na segurança pública Aarão José/ Ascom Polícia Científica Em apenas dois anos, a Polícia Científica de Alagoas (PolC) registrou um salto histórico na participação feminina em seu quadro efetivo. Com um crescimento de 100%, a instituição alcançou índices que superam, com folga, a média nacional das forças de segurança pública.   O avanço se consolidou após a nomeação dos aprovados no último concurso realizado pelo Governo do Estado. O contingente feminino saltou de 58 para 116 servidoras, promovendo uma mudança profunda no perfil do órgão e fortalecendo a representatividade feminina em áreas técnicas e periciais de alta complexidade.   Segundo levantamento da Supervisão Executiva de Valorização de Pessoas da PolC, as mulheres ocupam hoje 37,9% dos cargos efetivos. São peritas criminais, médicas-legistas, odontolegistas, papiloscopistas, técnicas forenses e auxiliares de perícia, atuando diariamente na produção de provas técnicas e no combate à criminalidade em todo o estado.   Vanguarda nacional    O percentual alagoano é mais que o dobro da média brasileira. Dados do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, divulgados no ano passado, revelam que as mulheres representam apenas 16,4% do efetivo das forças de segurança estaduais no Brasil. A presença feminina é marcante em áreas estratégicas da instituição. Nos Institutos de Criminalística de Maceió e Arapiraca, mulheres ocupam 33 das 91 vagas de peritos criminais em atividade, com papel fundamental na perícia de campo e laboratorial. A perita criminal Maria Neuma de Oliveira Souza iniciou no setor de fonética e depois migrou para a perícia externa, área pela qual se apaixonou.   “É um trabalho dinâmico, em que cada ocorrência revela uma história diferente. Saber que, por meio da ciência, nosso trabalho pode ajudar a esclarecer os fatos e contribuir para que a verdade venha à tona é o que torna essa profissão tão significativa para mim”, disse Neuma. No Instituto de Identificação, a representatividade feminina também é alta: 10 das 22 vagas de papiloscopistas são ocupadas por mulheres. Simone Ribeiro é um exemplo. Mesmo com a estabilidade como técnica judiciária no Tribunal de Justiça do Estado, buscava novos desafios na área do Direito e encontrou na PolC uma oportunidade de renovação e aprendizado.   “Tem sido uma surpresa enriquecedora atuar como papiloscopista. Atualmente, como plantonista, posso contribuir com as identificações papiloscópicas e prosopográficas realizadas nos IMLs de Maceió e Arapiraca, bem como atender solicitações dos órgãos de Alagoas e demais estados. Assim, sinto-me realizada e orgulhosa em desempenhar função de tamanha relevância para o serviço público”, afirmou Simone.   Nos Institutos Médicos Legais (IMLs), a presença feminina também é expressiva, ocupando 12 dos 31 postos de técnico forense. “A mulher técnica forense tem um papel essencial na produção de provas; com sensibilidade e precisão, ela transforma ciência em justiça”, afirmou Núbia Vanessa. Alessandra Rodrigues também integra a equipe de mulheres técnicas forenses. Já na Odontologia Legal, as mulheres detêm a maioria absoluta: dos 10 peritos odontolegistas, sete são do sexo feminino, atingindo 70% do efetivo da área — o maior percentual por cargo na instituição. Sâmia Lima é uma dessas profissionais que aplicam os conhecimentos da odontologia forense para auxiliar investigações, atuando principalmente na identificação de pessoas e na análise de vestígios da arcada dentária.   Crescimento proporcional    Embora a Medicina Legal ainda apresente predominância masculina, o crescimento feminino no setor é o que mais chama a atenção. O número de médicas-legistas atuantes nos IMLs da capital e do Agreste subiu de sete para 16 em 2026, representando o maior avanço proporcional entre todas as carreiras nos últimos anos. “Ser médica-legista é exercer uma função que exige ciência, rigor, coragem e sensibilidade. Durante muito tempo, esse espaço foi predominantemente ocupado por homens, mas hoje vemos cada vez mais mulheres assumindo com excelência o papel de peritas médicas-legistas, contribuindo de forma decisiva para a justiça e para a verdade dos fatos”, destacou a perita médica-legista Plúvia Cristalina.   O cargo de auxiliar de perícia, criado no último concurso, também reforça essa tendência de inclusão: das 64 vagas preenchidas, 26 são ocupadas por mulheres. Klyvia Fireman, que tomou posse recentemente, explicou que escolheu a Polícia Científica porque sempre teve o desejo de contribuir com a verdade e ajudar as pessoas por meio do conhecimento e da ciência. “A perícia tem um papel muito importante na busca por respostas e na construção da justiça. Como mulher, sinto muito orgulho de fazer parte dessa área e espero exercer meu trabalho com responsabilidade, sensibilidade e dedicação, contribuindo para a sociedade e mostrando que nós, mulheres, podemos ocupar qualquer espaço”, afirmou a policial científica. Além dos cargos de carreira, a PolC também conta com mulheres que fazem a instituição funcionar no dia a dia, atuando como assistentes e auxiliares administrativas de Perícia, em funções terceirizadas e comissionadas — como Edna Rocha, que há 44 anos se dedica ao atendimento ao público.   Para o perito-geral Kleber Santana, esses indicadores evidenciam não apenas uma ampliação numérica, mas uma transformação estrutural na Polícia Científica de Alagoas. Ao promover a equidade de gênero, a instituição se consolida como referência nacional na valorização da mulher dentro da segurança pública.

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Com a presença de Allan Pierre e Alexandre Ayres, 2ª edição do projeto Saúde em Ação leva serviços gratuitos à população do Aeroclube e na Santa Lúcia

Assessoria Moradores do bairro do Loteamento Nuporanga no Aeroclube e da Santa Lúcia foram beneficiados com mais uma grande ação social voltada ao cuidado com a saúde e ao acesso a serviços essenciais. A 2ª edição do projeto Saúde em Ação, promovida pelo Espaço Mulher, no sábado (07), foi realizada no Aeroclube, na Santa Lúcia e contou com o apoio do vereador Allan Pierre (MDB) e do deputado estadual Alexandre Ayres (MDB). Durante a ação, mais de 200 moradores tiveram acesso gratuito a diversos serviços nas áreas de saúde, cidadania e orientação profissional. Entre os atendimentos oferecidos estavam consultas com profissionais de saúde, atendimento psicológico, orientação com nutricionista, além de assistência jurídica e marcação de consultas com especialistas. A ação social contou com a parceria da Associação dos Moradores do Loteamento Nuporanga. O objetivo do projeto é aproximar serviços essenciais da população, especialmente de comunidades que muitas vezes enfrentam dificuldades para acessar atendimentos especializados. A ação também ofertou serviços de corte de cabelo e sobrancelha voltados para a beleza da mulher. O vereador Allan Pierre destacou a importância de iniciativas que levem cuidado e dignidade para perto das pessoas. “O Saúde em Ação é um projeto que nasceu com o propósito de cuidar das pessoas, garantindo acesso à saúde e a serviços importantes. Ficamos felizes em ver a participação da comunidade e o impacto positivo que essa ação gera na vida das famílias”, afirmou. Já o deputado Alexandre Ayres ressaltou a importância da parceria para ampliar o alcance das ações sociais. “Quando unimos forças para levar serviços gratuitos à população, conseguimos transformar a realidade de muitas pessoas. Esse é um trabalho que fortalece a cidadania e o cuidado com quem mais precisa”, disse.

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Prefeitura de Maceió fortalece políticas públicas e coloca as mulheres no centro das ações

Foto: Secom Maceió Trabalho amplia o acesso à saúde, à autonomia e à geração de renda, fortalecendo políticas públicas de proteção e protagonismo feminino Maria Maia/Secom Maceió Desde 2021, a gestão do prefeito JHC tem colocado as mulheres no centro das políticas públicas de Maceió. Com ações integradas nas áreas de saúde, segurança, geração de renda e assistência social, a capital alagoana vem ampliando programas considerados pioneiros e fortalecendo o compromisso com mais autonomia, dignidade e oportunidades para as maceioenses. Logo no início da gestão, foi implantado o primeiro Gabinete de Políticas Públicas para Mulheres, que posteriormente deu origem à Secretaria Municipal da Mulher, Pessoas com Deficiência, Idosos e Cidadania (Semuc). A pasta atua de forma articulada com áreas como Saúde, Educação, Trabalho e Segurança Cidadã, consolidando uma rede de atendimento voltada às necessidades femininas. Para o prefeito JHC, investir em políticas públicas para as mulheres é garantir mais acesso à saúde, segurança e independência financeira. “Criamos a primeira secretaria voltada às mulheres em Maceió e implantamos políticas pioneiras como o Auxílio-Aluguel Maria da Penha, o Banco da Mulher Empreendedora e o Emprega Mulher. Também ampliamos os atendimentos de saúde e oportunidades para que as mulheres tenham mais autonomia e qualidade de vida”, destacou. Banco da Mulher amplia autonomia e geração de renda Entre as iniciativas de maior impacto está o Banco da Mulher Empreendedora, idealizado pela primeira-dama Marina Candia e executado pela Semuc. O programa oferece apoio financeiro para mulheres que desejam abrir ou ampliar seus negócios. Somente em 2025, com a realização do terceiro e quarto editais, 1.500 mulheres foram beneficiadas. Neste ano, a Prefeitura lançou o quinto edital do programa, que irá contemplar mais 2.000 mulheres, mil a mais que na edição anterior. As inscrições seguem abertas até o dia 29 de março no site bancodamulher.maceio.al.gov.br. Outra iniciativa de incentivo ao empreendedorismo foi a 3ª Feira da Mulher Empreendedora, realizada em parceria com o Iplam, que reuniu 30 empreendedoras em uma programação com exposição de produtos, desfiles e atividades culturais. Ações de segurança e enfrentamento à violência No eixo da segurança, o programa Maceió Sem Assédio tem atuado em grandes eventos da cidade, como o Massayó Verão e o São João Massayó, com cabines de acolhimento e ações preventivas. O programa também promove capacitações com ambulantes da orla e motoristas do transporte coletivo, além da instalação de adesivos informativos em ônibus, ampliando a conscientização sobre assédio e importunação sexual. As ações educativas também chegam às escolas e comunidades. Em 2025, o Programa Salve Mulher realizou 10 rodas de conversa, alcançando cerca de 350 pessoas. Já a ação “Ela poderia estar aqui” promoveu palestras em escolas da capital. Durante o Agosto Lilás, a Prefeitura também promoveu ações de conscientização com iluminação temática, instalação de placas educativas e blitz informativas. Foto: Secom Maceió Rede de apoio e garantia de direitos O Programa Salve Mulher também tem atuado na garantia de direitos e proteção social. Até o momento, 44 mulheres foram encaminhadas para cadastro habitacional e 21 para análise do Auxílio Aluguel Maria da Penha. Já o Empodera Mulher na Comunidade realizou 386 atendimentos, levando serviços públicos diretamente para bairros da capital. Avanços na saúde da mulher Na área da saúde, o programa Saúde da Gente já contabiliza mais de 470 mil atendimentos voltados ao público feminino em Maceió. Entre os avanços estão a inserção de DIU em 13 Unidades Básicas de Saúde e do Implanon em 16 unidades, ampliando o acesso aos métodos contraceptivos de longa duração. Também foi implantado um consultório de alto risco no Hospital da Cidade para acompanhamento especializado de gestantes, além da ampliação de exames, procedimentos e ações de prevenção ao câncer de mama e de colo do útero. Com iniciativas que vão da prevenção à violência ao incentivo ao empreendedorismo e ao fortalecimento da saúde, a Prefeitura de Maceió tem consolidado políticas públicas voltadas à valorização e ao protagonismo das mulheres na cidade.

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Em um mês, força-tarefa do Governo do Brasil prende 5,2 mil por violência contra mulheres

Tom Costa/MJSP Ministra Márcia Lopes, das Mulheres, apresenta resultados das operações comandadas pelo Ministério da Justiça O Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) divulgou, nesta sexta-feira (6), o balanço das Operações Mulher Segura e Alerta Lilás, que integram o Pacto Nacional de Enfrentamento ao Feminicídio, assinado em fevereiro por representantes dos Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário. A mobilização resultou na prisão de 5.238 pessoas e no cumprimento de 302 mandados relacionados a crimes de violência contra a mulher. “Essa quantidade de presos em um período relativamente curto foi possível graças à integração entre forças federais, civis e militares”, declarou o secretário nacional de Segurança Pública (Senasp/MJSP), Chico Lucas. “Nossa atuação no combate ao feminicídio será perene e constante. A troca de informações entre bancos de dados é um recurso inteligente que se mostrou eficaz e é usado em paralelo com ações de acolhimento, prevenção e repressão”, afirmou. A ministra das Mulheres, Márcia Lopes, destacou que o enfrentamento ao feminicídio e à violência contra mulheres tem sido discutida como prioridade pelo Governo Federal. “Esses números representam a maior operação da história do Governo contra o feminicídio. São ações coordenadas de prevenção, proteção e responsabilização. Por meio dessas e de outras iniciativas públicas, queremos erradicar a violência no Brasil”, destacou. A secretária nacional de Acesso à Justiça (Saju/MJSP), Sheila Carvalho, anunciou que serão investidos R$ 5 milhões nos próximos meses para lançar uma tecnologia de monitoramento para mulheres em situação de risco. “A inovação tecnológica será usada para aprimorar os recursos de proteção às mulheres. Uma espécie de ‘botão de risco’ poderá ser acionado por mulheres com medidas protetivas”, explicou. Sheila também enfatizou as entregas realizadas pelo Governo Federal. “Temos o projeto das Salas Lilás, com foco em municípios com menos de 100 mil habitantes, onde há maior incidência de crimes contra mulheres, e o projeto de reflexão que já atende 2,7 mil homens em tratamento para que a violência não volte a acontecer. Manter as mulheres vivas é nossa prioridade”, completou. De acordo com a secretária nacional de Justiça (Senajus/MJSP), Maria Rosa Guimarães Loula, a violência contra a mulher ultrapassa as fronteiras do País. Ela demonstrou preocupação com crimes contra estrangeiras, exploração sexual e ataques à liberdade das mulheres. “Há redes que lucram com o tráfico de mulheres. Em breve, vamos lançar um estudo sobre o que podemos fazer para ampliar o combate a esses crimes. Todas as mulheres em território nacional são prioridade e merecem respeito. Há violências que não são exatamente feminicídio, mas que antecedem esse tipo de crime e precisam ser combatidas”, afirmou. Também participaram do evento a secretária nacional de Enfrentamento à Violência contra Mulheres no Ministério das Mulheres, Estela Bezerra e a secretária executiva do Comitê Interinstitucional de Gestão do Pacto Brasil entre os Três Poderes, Maria Helena Guarezi. Operação Alerta Lilás O diretor-geral da Polícia Rodoviária Federal (PRF), Antônio Fernando Oliveira, apresentou os principais números da Operação Alerta Lilás, considerada a maior iniciativa da instituição voltada à proteção de mulheres, e destacou situações inusitadas nas abordagens e prisões. “Foram mais de 27 agressores sexuais capturados e três feminicidas. Cruzamos os dados de foragidos com a movimentação de veículos. A PRF, com sua capilaridade, contribuiu para essas prisões. Esse pacto nacional será levado a sério pela PRF. Um homem não precisa ser mulher para entender o peso de crimes como esses. Os homens devem rejeitar essa conduta, e criminosos têm que sentir a reprovação de toda a população”, afirmou. Dados das operações Coordenada pelo MJSP, por meio da Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp), a Operação Mulher Segura, realizada entre 19 de fevereiro e 5 de março, registrou 4.936 prisões, sendo 3.199 em flagrante e 1.737 em cumprimento de mandados de prisão. Em 15 dias, a operação mobilizou 38.564 agentes e 14.796 viaturas em 2.050 municípios. Foram realizadas 42.339 diligências, com acompanhamento de 18.002 medidas protetivas de urgência e atendimento a 24.337 vítimas. Na área preventiva, ocorreram 1.802 campanhas de conscientização, que alcançaram cerca de 2,2 milhões de pessoas. Para reforçar as ações nos estados, o MJSP destinou aproximadamente R$ 2,6 milhões para pagamento de diárias a policiais, ampliando o efetivo empregado na operação. Entre 9 de fevereiro e 5 de março, a PRF intensificou atividades de inteligência e fiscalização nas 27 unidades da Federação para localizar e prender agressores procurados pela Justiça. Ao todo, 302 pessoas foram presas, em flagrante ou por mandados relacionados a crimes de violência contra mulheres. Dessas ocorrências, 119 prisões (39,4%) tiveram participação da inteligência da PRF, enquanto 183 (60,6%) resultaram de flagrantes realizados pelo efetivo operacional. Link: https://www.gov.br/mj/pt-br/assuntos/noticias/mjsp-divulga-balanco-de-operacoes-5-2-mil-presos-e-mais-de-300-mandados-por-violencia-contra-mulheres A reprodução é gratuita desde que citada a fonte

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Vacina brasileira contra a dengue mantém eficácia por até 5 anos

Estudo do Butantan mostra proteção de 80% contra casos graves Um novo estudo publicado pelo Instituto Butantan mostrou que a vacina brasileira contra a dengue permanece eficaz por pelo menos cinco anos após a aplicação.  O imunizante Butantan-DV foi aprovado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) em novembro do ano passado e já começou a ser aplicado em profissionais de saúde de diversas partes do país. Durante esse período nenhuma pessoa vacinada apresentou dengue severa, nem precisou de hospitalização por causa da doença. Com isso, a eficácia da vacina contra as formas graves da doença ou a infecção acompanhada de sinais de alerta ficou em 80,5%. A diretora médica do Butantan, Fernanda Boulos, explica que esse resultado é positivo não somente por confirmar a eficácia da vacina, mas por demonstrar a eficiência do esquema de dose única. A vacina produzida pelo Instituto é a primeira do mundo contra a dengue aplicada em apenas uma dose. “Vacinas que precisam de duas ou mais doses, a gente tem vários dados que mostram que muitas pessoas não voltam pra completar o esquema. Então, essa demonstração de que uma única dose mantém a proteção alta é muito importante. Mas é claro que nós vamos continuar acompanhando, para saber se realmente não vai ser necessário um reforço depois de 10 ou 20 anos”, afirmou. >> Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp Crianças e idosos A eficácia do imunizante contra a dengue, de forma geral, foi um pouco menor, de 65%. Mas o índice sobe para 77,1% entre as pessoas que já contraíram a doença antes de receber o imunizante. Os resultados também apresentaram algumas variações de acordo com a faixa etária, com maior eficácia entre adultos e adolescentes do que entre as crianças. Por essa razão, a Anvisa registrou a Butantan-DV apenas para pessoas de 12 aos 59 anos, apesar da vacina ter sido testada também em crianças, a partir dos 2 anos. “Eles reconhecem que os dados de segurança pra crianças estão corretos, mas como depois de cinco anos, a eficácia entre as crianças cai mais do que entre os adultos, nós precisamos saber se elas vão precisar de reforço”, explicou a diretora médica do Butantan. Fernanda Boulos acrescentou, no entanto, que o Butantan já está planejando, junto com a Anvisa, a realização de um estudo adicional em crianças para embasar a inclusão desse público no esquema de vacinação no futuro. Além disso, o Instituto já está fazendo testes em idosos, em um estudo que deve ter resultados no ano que vem. “O sistema imunológico também passa por um processo de envelhecimento, então é importante entender se os idosos tem a mesma capacidade de gerar resposta imune com a vacina”, explicou. O acompanhamento dos pacientes vai ser feito por um ano, depois os dados serão comparados com os dos adultos, e enviados para a Anvisa para uma possível ampliação do público-alvo. O diretor da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIM), Juarez Cunha, afirma que essa inclusão seria muito importante, considerando que a maior taxa de mortalidade por dengue é verificada entre idosos. Ele ressalta, ainda, os resultados importantes sobre a segurança da vacina apresentados no estudo. “Ele nos mostra que a vacina se mantém protetora por um prazo bastante longo, e é extremamente segura. E esse também é um aspecto fundamental. Qualquer medicação, incluindo vacina, a gente precisa ver como eles vão se comportar com a sua utilização”, complementa. Segurança Primeira vacina 100% nacional contra a dengue, de dose única, desenvolvida pelo Instituto Butantan. – Walterson Rosa/MS O estudo de longo prazo da Butantan-DV foram publicados na quarta-feira (4), na revista Nature Medicine e explica que a vacina foi, de modo geral, bem tolerada e não foram observadas preocupações de segurança a longo prazo.” Eles foram obtidos após o acompanhamento de mais de 16 mil pacientes, sendo que cerca de 10 mil receberam a vacina, e quase 6 mil receberam placebo, para compor um grupo de comparação. “Em termos estratégicos é fundamental que a gente tenha uma pesquisa nacional conseguindo chegar a esses produtos de ponta, eficazes e seguros. Possibilita que a gente consiga abastecer mais fácil o nosso Programa Nacional de Imunizações e também é um ativo de negociação com outros países”, destaca o diretor da SBIM. A diretora médica do Instituto Butantan, Fernanda Boulos, confirma que a prioridade absoluta é abastecer o Sistema Único de Saúde (SUS). Mas, assim que a demanda nacional for suprida, a instituição pública, vinculada ao estado de São Paulo, deve negociar a venda de doses para outros países, especialmente da América Latina, que também tem sofrido com epidemias da doença. Tâmara Freire – Repórter da Agência Brasil Publicado em 06/03/2026 – 12:27 Rio de Janeiro

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Defesa confirma morte de Sicário, aliado de Vorcaro

Óbito foi declarado às 18h55 de sexta-feira (7), segundo advogado Paula Laboissière – Repórter da Agência Brasil* Foto © PM MG/Divulgação Luiz Phillipi Mourão, conhecido como Sicário, preso na terceira fase da Operação Compliance Zero, da Polícia Federal (PF), morreu nesta sexta-feira (6), em Belo Horizonte. A informação foi confirmada pela defesa dele. Mourão estava internado no centro de terapia intensiva (CTI) do Hospital João 23 desde a última quarta-feira (4), após tentativa de suicídio na prisão. De acordo com a Secretaria Estadual de Saúde de Minas Gerais, havia suspeita de morte cerebral. Em nota, o advogado de Mourão, Robson Lucas, informou que o quadro clínico de Mourão se agravou e que o óbito foi declarado às 18h55, após encerramento do protocolo de morte encefálica iniciado por volta das 10h do mesmo dia. Entenda Na manhã da última quarta-feira, Mourão foi levado para a carceragem da PF na capital mineira após cumprimento do mandado de prisão emitido pelo ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF). Segundo a corporação, o investigado atentou contra a própria vida e foi reanimado por policiais responsáveis pela custódia. O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi acionado e Mourão foi encaminhado para o hospital. De acordo com as investigações, Mourão atuava como ajudante do banqueiro Daniel Vorcaro, dono do banco Master, que também foi preso na quarta-feira durante operação da PF. Sicário, como era chamado pelo empresário, seria responsável pelo monitoramento e obtenção de informações sigilosas de pessoas consideradas adversárias dos interesses do banqueiro. Centro de Valorização da Vida Qualquer pessoa com pensamentos e sentimentos de querer acabar com a própria vida deve buscar acolhimento em sua rede de apoio, como familiares, amigos e educadores, e também em serviços de saúde. De acordo com o Ministério da Saúde, é importante conversar com alguém de confiança e não hesitar em pedir ajuda, inclusive para buscar serviços de saúde. O Centro de Valorização da Vida (CVV) oferece apoio emocional e prevenção do suicídio, atendendo voluntária e gratuitamente todas as pessoas que querem e precisam conversar, sob total sigilo, por telefone (188), e-mail, chat e voip 24 horas todos os dias.

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Alagoas possui 105.699 empresas lideradas por mulheres, informa Junta Comercial

Número representa um crescimento 9,21% em relação ao dado levantado no ano passado Junta Comercial do Estado de Alagoas destrincha os dados referentes ao empreendedorismo feminino  Ascom Juceal Hotton Machado / Ascom Juceal Alagoas possui 105.699 negócios liderados por mulheres. O número representa um crescimento 9,21% em relação ao quantitativo levantado no ano passado. Em celebração ao Dia Internacional da Mulher, comemorado no próximo dia 8, a Junta Comercial do Estado de Alagoas (Juceal) destrincha os dados referentes ao empreendedorismo feminino. Subdividindo o número total de acordo com o porte empresarial, em Alagoas, existem 59.838 microempreendedores individuais (MEIs), 35.886 microempresas (MEs), 6.225 empresas de pequeno porte (EPPs) e 3.750 negócios considerados sem porte que possuem mulheres como empresárias, sócias, diretoras ou participantes do Quadro de Sócios e Administradores (QSA). Nessas empresas, ao todo, o estado conta com 100.106 mulheres que gerem esses negócios nas mais variadas qualificações, algumas até mesmo com atuação em mais de um negócio. O quantitativo aumentou 9,19% em relação ao ano passado. Conforme a Juceal, analisando todas as funções, essas participações são destrinchadas em 81.288 empresárias, 30.154 sócias, 22.469 administradoras, 918 representantes legais e 329 cargos de diretoria. Entre esses nomes, está Francielly de Lima Rocha. Possuindo uma microempresa desde março de 2019, a empresária conta que liderar um negócio é bastante desafiador, mas que tem aprendido muito. Farmacêutica por formação, ela comanda a empresa Farmácia do Trabalhador do Bairro, situada no bairro Serraria, em Maceió. “Eu segui a mesma área que meu pai. Como já conhecia, decidi investir nesse setor. Vi realmente como uma oportunidade. Eu me formei em 2017, então a experiência com a empresa foi uma das minhas primeiras práticas na profissão, o que tem sido muito desafiador, mas eu amo muito o que faço. É algo diferente, porque vai além de ser farmacêutica. Eu cuido também da parte de logística, de lidar com os funcionários, da parte de administração, então a gente vai sempre aprendendo”, revela. Na pandemia, Francielly relata que foi um momento chave, em que teve que se adaptar, investir em delivery, mas que conseguiu fazer a empresa crescer e fidelizar clientes. Como mulher empreendedora, ela conta que o machismo está presente no ambiente de negócios e tenta encarar essas situações de frente. “Eu considero que é um pouco mais difícil para a mulher. Teve momentos em que eu pedia para o meu esposo lidar em alguns casos. Mas não mais, agora eu que cuido de tudo”, exalta. Outros dados Ainda segundo a Junta Comercial, as principais seções de atividades econômicas que possuem participação feminina são vistas para comércio (42.347 empresas); alojamento e alimentação (12.888); outras atividades de serviços (9.820); indústrias de transformação (8.483); atividades administrativas e serviços complementares (6.202); atividades profissionais, científicas e técnicas (5.539); educação (4.473); saúde humana e serviços sociais (4.151); transporte, armazenagem e correio (3.058); e construção (2.380). Enquanto as cidades com maiores números são Maceió (54.239 empresas), Arapiraca (9.060), Rio Largo (3.100), Marechal Deodoro (2.650), Penedo (2.141), São Miguel dos Campos (1.848), União dos Palmares (1.729), Palmeira dos Índios (1.712), Delmiro Gouveia (1.534), Coruripe (1.466), Maragogi (1.332), Pilar (1.114), Santana do Ipanema (987), Teotônio Vilela (938), Satuba (832), Atalaia (779), Campo Alegre (733), Porto Calvo (615), Murici (573) e São Luis do Quitunde (554). Para o presidente da Juceal, João Gabriel Costa Lins, o Joãozinho, os números divulgados pela autarquia são um importante indicador para políticas públicas. “Vemos que o empreendedorismo feminino tem crescido ano a ano. Os números comprovam isso. Então cabe a nós, como gestores dos entes públicos, entender esses setores e aplicar melhorias para facilitar ainda mais essa área do ambiente de negócios. Com o apoio do Governo do Estado, a Junta Comercial tem sido um facilitador do empreendedorismo e simplificar o registro e licenciamento empresarial para as mulheres também é um objetivo claro”, aponta. A Juceal é entidade de registro empresarial, responsável pelos processos de abertura, alteração e baixa de negócios, além de ser a administradora da Rede Nacional para a Simplificação do Registro e da Legalização de Empresas e Negócios (Redesim) no estado.

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Vereador David do Emprego propõe projeto de lei para limitar uso de caixas de som nas praias e ônibus de Maceió

O vereador David do Emprego (União Brasil) apresentou na Câmara Municipal de Maceió um projeto de lei que propõe a proibição do uso de caixas de som com amplificadores e de aparelhos sonoros portáteis que emitam ruídos acima de 65 decibéis nas praias e no interior do transporte coletivo urbano, sem autorização prévia do poder público. A proposta estabelece que a restrição se aplique à faixa de areia, calçadões e à orla marítima da capital alagoana, além do interior dos ônibus do sistema municipal de transporte. O projeto prevê que o limite máximo permitido seja de 65 decibéis, medidos por meio de decibelímetro devidamente calibrado e seguindo critérios técnicos estabelecidos pela Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT). De acordo com o projeto, o descumprimento da norma poderá resultar em advertência para o infrator primário, multa de R$ 500, valor dobrado em caso de reincidência, além da possibilidade de apreensão do equipamento sonoro. A fiscalização ficará a cargo do órgão competente do Poder Executivo municipal. A proposta também prevê exceções para eventos culturais, esportivos ou turísticos previamente licenciados, além de ações institucionais e manifestações públicas comunicadas às autoridades competentes, desde que haja autorização específica e temporária. Para o vereador David do Emprego, a iniciativa busca garantir um ambiente mais equilibrado nos espaços públicos da cidade, respeitando o direito coletivo ao sossego e ao convívio social. “O objetivo do projeto é garantir que as pessoas possam aproveitar as praias e utilizar o transporte público com tranquilidade. Como esses são espaços públicos e de uso coletivo, é importante que exista um controle para que todos possam conviver de forma respeitosa, sem excessos que acabem prejudicando o bem-estar dos demais”, destacou o parlamentar. Segundo o vereador, a proposta busca estabelecer regras claras para o uso de equipamentos sonoros em locais de grande circulação, conciliando o direito à liberdade individual com a necessidade de preservar o conforto e o respeito entre os frequentadores desses espaços.

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Delmiro Gouveia recebe carreta do programa “Agora Tem Especialistas” para zerar filas na saúde da mulher

Com foco no diagnóstico precoce, unidade móvel do Governo Federal oferece consultas ginecológicas, mamografias e ultrassonografias para pacientes do SUS no município. A partir desta sexta-feira, 6, a população feminina de Delmiro Gouveia passa a contar com um reforço na assistência à saúde. O município foi contemplado com uma unidade móvel do programa “Agora Tem Especialistas”, do Governo Federal, que trará para a cidade uma estrutura completa voltada exclusivamente para o atendimento especializado da mulher. A prefeita Ziane Costa comemorou a chegada do equipamento e destacou a importância das parcerias para viabilizar o projeto. “Estamos muito felizes em receber essa carreta, que é um presente para as mulheres delmirenses. Quero agradecer imensamente ao Governo Federal por esse olhar sensível ao nosso Sertão, e aos nossos grandes parceiros, o deputado federal Isnaldo Bulhões, o senador Renan Calheiros e ao Ministro Renan Filho que não medem esforços para trazer recursos e melhorias para a nossa saúde. Com essa união, estamos cuidando de quem mais precisa”, afirmou a prefeita. A carreta chega à Capital dos Cânions após cumprir missão em Santana do Ipanema e traz o objetivo de reduzir drasticamente o tempo de espera por exames essenciais. Entre os serviços ofertados estão consultas ginecológicas, mamografias, ultrassonografias pélvicas e transvaginais, além da realização de biópsias. O foco principal é o diagnóstico precoce do câncer de mama e do colo do útero, garantindo agilidade no tratamento e maior chance de cura. A chegada da unidade móvel em março é estratégica. “Importante iniciativa do Governo do Brasil neste mês alusivo ao Dia Internacional da Mulher, que vai levar mais saúde e cuidado para as mulheres da localidade”, destacou Carlos Humberto Casado de Lira, superintendente do Ministério da Saúde em Alagoas. Para garantir a organização e a continuidade do cuidado, os atendimentos em Delmiro Gouveia serão voltados para pacientes da rede pública que já possuem encaminhamento. As mulheres serão agendadas pela Secretaria Municipal de Saúde, seguindo a ordem da fila de espera local. Uma equipe multiprofissional, formada por médicos, enfermeiros e técnicos, já está preparada para receber a população na unidade. Sobre o Programa O “Agora Tem Especialistas” integra uma estratégia nacional para desafogar o SUS e reduzir o tempo de espera por consultas e exames especializados. Desde sua expansão, em outubro de 2025, o programa já beneficiou mais de 100 regiões de saúde no país. Em Alagoas, além de Delmiro Gouveia, as carretas já passaram por Arapiraca, Santana do Ipanema e Palmeira dos Índios, tendo inclusive zerado filas de espera em diversas localidades brasileiras. Com essa ação, a Prefeitura de Delmiro Gouveia e o Governo Federal buscam fortalecer o acesso à saúde especializada e garantir que as moradoras do Alto Sertão recebam atendimento de qualidade sem a necessidade de grandes deslocamentos.

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16º Prêmio Selma Bandeira reconhece mulheres com trajetórias de impacto social

Prêmio Selma Bandeira homenageia mulheres que possuem uma atuação de impacto na sociedade. Foto: Neno Canuto/Secom Maceió Realizado nessa quinta-feira(5), homenagem reconhece e fortalece o trabalho de 13 mulheres de diferentes áreas Mica Pereira/Secom Maceió] “Mãos que moldam, fios que tecem, mulheres que transformam”, esse foi o tema da 16ª edição do prêmio Selma Bandeira, ocorrido nessa quinta-feira (5), na Associação Comercial, no Jaraguá. A premiação celebra e reconhece a trajetória de mulheres destaques em suas áreas, fortalecendo políticas públicas e ressaltando a importância da presença feminina em espaços de decisão.  Realizado por meio da Secretaria da Mulher, Pessoas com Deficiência, Idosos e Cidadania (Semuc), foram homenageadas 13 mulheres que realizam trabalhos de impacto na sociedade maceioense em diferentes áreas. Para a educadora Luciana Luz Ferreira, homenageada na categoria “educacional”, receber esse reconhecimento em um momento em que a violência de gênero tem estampado os noticiários é simbólico. Ela idealizou o projeto “Não nos Mate! Combate à violência contra a mulher alagoana”. O projeto busca conscientizar e informar jovens e adolescentes nas escolas, para estabelecer uma cultura de não violência e de respeito às mulheres. “Fiquei muito emocionada por ter sido escolhida. Temos esse trabalho há quase 3 anos e é a primeira vez que ganhamos esse tipo de reconhecimento. Receber o Selma Bandeira é entender que o município de Maceió está dizendo ‘vocês estão no caminho certo’, afirma.  Luciana Luz foi reconhecida pela sua atuação na área da educação. Foto: Neno Canuto O prêmio reconheceu mulheres que exercem diferentes funções, mas que possuem uma atuação de impacto na sociedade. Na categoria “empreendedorismo”, Luana Rodrigues, idealizadora do projeto “Famílias Atípicas Empreendedoras”, foi homenageada pela criação de uma solução inovadora para gerar renda para mães e famílias atípicas.  Mãe de cinco crianças autistas e pessoa com deficiência (PCD), ela transformou os seus desafios em motivação para ajudar outras pessoas e criar uma rede de apoio e afeto que, atualmente, conta com mais de 400 cadastrados.   “As mães atípicas, especialmente, precisam desse espaço. Não apenas ser vistas, mas serem inseridas e pertencentes à sociedade e às homenagens. Precisam ser mais do que números e ações esporádicas. E hoje estou representando todas elas que caminham comigo”, reflete.  Luana Rodrigues é uma das idealizadoras do projeto “Mães atípicas empreendedoras”. Foto: Neno Canuto/Secom Maceió Segundo a secretária da Semuc, Sarah Nunes, o prêmio Selma Bandeira também é uma forma de resistência, em uma realidade em que as mulheres têm sido, cada vez mais, negligenciadas.  “A sociedade precisa entender que, quando uma mulher avança, toda a sociedade avança junto. Enquanto mulheres estiverem sendo mortas, assediadas, estaremos falando e lutando pelos nossos direitos. E o prêmio também é isso, traz reconhecimento no momento em que as mulheres precisam ser reconhecidas”, afirma.

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